O jornalismo e o financiamento coletivo

O jornalismo e o financiamento coletivo

Há duas semanas a Agência Pública lançou um projeto no Catarse . O objetivo é financiar coletivamente reportagens investigativas que tragam ao público verdades escondidas sobre o Brasil. O “Reportagem Pública” é transformador, pois dá ao público o poder de decidir aquilo que ele quer ler. O esquema é simples: o repórter propõe sua investigação ao público e todas as pessoas que apoiarem o projeto no Catarse vão poder escolher quais reportagens devem ser realizadas.

A Pública foge dos modelos convencionais do jornalismo online. No nosso site você não vai encontrar notícias, artigos de opinião ou fofocas sobre celebridades, mas apenas reportagens longas e autorais, com um cuidado na apuração e apresentação das informações. A Pública foi o primeiro veículo a cobrir as violações de direitos humanos no Brasil por conta dos megaeventos, como a Copa do Mundo e as Olimpíadas. O blog Copa Públicaé uma experiência de jornalismo cidadão, que trouxe à tona temas geralmente ignorados pela mídia tradicional. Além disso, projetos como o Futuro da Amazônia e o Amazônia Pública também levantaram questões ignoradas, como o mau uso de verbas para educação no Pará e os efeitos sociais e ambientais das grandes obras desenvolvimentistas nos rios Madeira e Tapajós e na região de Carajás.

O grande trunfo da Pública é a rede de leitores e republicadores que conseguimos formar ao longo de quase três anos de existência. Tudo o que é publicado por nós é feito sob licença creative commons, para que o conteúdo seja espalhado pela rede, tanto em grandes portais como o Yahoo e Terra, como em perfis no Facebook.

O crowdfunding no Catarse vem justamente no momento em que o público quer mais, e nós também: queremos mais repórteres nas ruas fazendo o que gostam, queremos mais informação de qualidade e menos enrolação, queremos mais verdades sobre o Brasil, queremos mais denúncias que têm que ser feitas. O nosso objetivo é aumentar a rede de produção de jornalismo investigativo e fortalecer a estimular o trabalho de excelentes jornalistas em todos os cantos do país.

A ideia do crowdfunding surgiu há tempos, inspirada por iniciativas de sucesso mundo afora, onde a prática do público financiar reportagens e repórteres, de acordo com o interesse da maioria, está se naturalizando cada vez mais. Além disso, centros de jornalismo investigativo, como o ProPublica também já utilizaram o financiamento coletivo como ferramenta para fomentar a produção de reportagens de qualidade.

freedom of press

O sucesso da campanha do ProPublica começou com uma simples pergunta “Qual é a sua história de estágio?”. Em um mês a meta de US$ 22 mil foi alcançada  e permitiu o início da investigação: durante 16 semanas o ProPublica vai percorrer campi de diversas universidades americanas para pesquisar sobre o tema e desenvolver a reportagem.

propublica

Outro caso muito interessante é a parceria da Freedom of the Press Foundation com a repórter Alexa O’Brien. Após uma campanha de financiamento coletivo, foi possível custear todo o trabalho de transcrição das audiências de julgamento de Bradley Manning, soldado norte-americano condenado a 35 anos de detenção por vazar documentos secretos ao WikiLeaks. Essa iniciativa permitiu o registro de um caso histórico já que não foi feita nenhuma transcrição oficial do julgamento de Manning.

No Brasil, ainda há poucas iniciativas nesse sentido. Recentemente, a ONG Repórter Brasil lançou o projetoArquitetura da Gentrificação, aqui mesmo no Catarse, que arrecadou mais de R$ 20 mil para investigar e mapear a expulsão de moradores pobres de áreas centrais da cidade de São Paulo. O Viomundo, site de jornalismo independente, também lançou uma campanha convidando os leitores a patrocinarem a realização de cinco pautas. Até agora o site já arrecadou mais de R$17 mil reais. Além disso, entre os cinco maiores projetos da história do Catarse estão dois documentários que investigaram temas de interesse público. Belo Monte – Anúncio de uma Guerra se debruçou sobre a construção da polêmica hidroelétrica no rio Xingu, e Domínio Público  foi atrás dos bilhões de reais investidos no Brasil, principalmente no Rio de Janeiro, para a Copa do Mundo e as Olímpiadas.

São iniciativas independentes, ou seja, não se subordinam a corporações ou governos para se manter no ar. A Pública acredita que a independência é o caminho para levar ao leitor informações de qualidade, em busca de justiça, a versão mais próxima da verdade, e, por isso, o crowdfunding é o caminho mais coerente para manter essa postura. O público, mais do que ninguém, é capaz de ajudar a conservar a independência de um veículo.

Durante todo o processo de apuração da pauta os apoiadores acompanharão alguns passos da reportagem , com informações disponibilizadas pelo repórter, e poderão se oferecer para  colaborar e ajudar, se quiserem. E, no final, a Pública promoverá um bate-papo com os repórteres contando como foi a sua experiência. Além de convidar o público a se envolver com o projeto, do início ao fim, da arrecadação à escolha das reportagens que serão publicadas, o Reportagem Pública também faz um chamado aos repórteres: compartilhem suas pautas com o público.

Estamos à procura de boas histórias que ainda não foram contadas (link form), daquilo que, por algum motivo, passou batido, ficou invisível e ignorado. Há um mundo quase que infinito de pautas que ainda esperam por um repórter para adotá-las. Há um grande número de repórteres que ainda esperam por uma oportunidade de colocar seu sonho em prática. Para ambos, o momento é agora.

Conheça o projeto. Se puder, colabore e ajude a espalhá-lo.

Por Luiza Bodenmüller, da Agência Pública

Feira do Brás em Ilhota. Será que aceitam cartão?

A feria dos fabricantes do Brás de São Paulo em Ilhota

Estranho-me o berrerô dos lojistas de Ilhota com a vinda de deste feirão na cidade. Ao menos foi o que rolou na rede na última sexta-feira (29/08). Mas porque tanto alvoroço assim, se a categoria não é e nunca foi organizada? Existe um nome pra isso e chama-se concorrência… bem-vindos aos capitalismo selvagem e globalizado minha gente. Ilhota agora faz parte da Nova Ordem Mundial. Pois bem! Na última eleição teve comerciante que tocou o terror na galera e vestiram a camisa, ambos os lados, tanto como os verdes como os vermelhos. Eu disse que as coisas iriam piorar, não deram ouvidos. Primeiro foi o Alvará de Licença e Sanitário que quase dobrou, depois o IPTU veio com aquele valor simbólico de quase o dobro e botaram a culpa no fulano. Agora, terceirizaram tudo… daqui a pouco será a balsa. Isso é apenas o começo de tudo e estarei orando junto com meus irmãos em Cristo para que o pior não aconteça com a minha cidade e possamos ganhar cada vez mais almas pra Jesus, apesar que essa nuvem negra que paira pela cidade já ter causado grandes estragos. Falaram ainda, via Inbox no facebook, que dei um tiro no pé, mas não entendi por que desta afirmação mas eu afirmo e agradeço a Deus todos os dias por ter me enviado ao deserto e livrado desse ninho de fofocas e desenvencilhado total desse dilúvio de arrogância em que Ilhota está afundada! Desde que paguem o alvará, que mal há?

Sua Excelência, o presidiário

Frase de Platão sobre a participação na política

Câmara dos Deputados decidiu manter o mandato de um deputado condenado e já preso por roubar 8 milhões de reais dos cofres públicos. Essa decisão insana nunca teria acontecido se os votos dos deputados fossem públicos! Vamos fazer desta a última vez em que o sistema duvidoso de votação secreta foi usado para resgatar um parlamentar corrupto!

Envergonhado por essa situação anti-democrática, o presidente da Câmara Henrique Eduardo Alves prometeu não colocar mais nenhuma proposta de cassação na pauta até que o fim do voto secreto seja votado. Esta é a nossa chance!

Precisamos acabar com o voto secreto o mais cedo possível, ou então os parlamentares condenados no processo do Mensalão continuarão em seus mandatos – exatamente como aconteceu ontem com Donadon. Precisamos agir agora e exigir o fim do voto secreto! Quase 500 mil membros da Avaaz já se uniram à petição – vamos nos juntar a eles e entregar nossas vozes à Câmara para assegurar que os deputados acabem com o voto secretohttps://secure.avaaz.org/po/brazil_open_vote_nd/?bYLqhbb&v=28679.

No ano passado, nós vimos o inimaginável acontecer quando – graças a seus colegas – a deputada Jaqueline Roriz escapou da cassação, mesmo depois de ter sido flagrada em vídeo colocando na bolsa dinheiro de corrupção. Culpa do voto secreto! E agora aconteceu de novo: Natan Donadon, condenado e preso por corrupção, também foi ajudado por seus colegas. É a mesma velha história, em que nos fazem de palhaços.

Na teoria, o voto secreto existe para garantir que parlamentares não sejam alvo de ameaças e mantenham sua independência ao representar os eleitores. Atualmente, porém, é apenas mais uma ferramenta usada por nossos políticos para salvar a própria pele e atender aos próprios interesses. O voto aberto não só fará com que os deputados sejam responsáveis ​​por aquilo que fazem no Congresso, mas também com que seja possível para nós exigir as mudanças que queremos para o país. Ou o Congresso acaba com voto secreto ou o voto secreto acaba com o Congresso.

Todo mundo está falando sobre isso hoje. A imprensa também está indignada com o que aconteceu e há um grande número de parlamentares apoiando a proposta do voto aberto. Vamos exigir que o deputado Henrique Eduardo Alves coloque urgentemente o voto aberto na pauta, enquanto todos estão de olho e antes que esse momento acabehttps://secure.avaaz.org/po/brazil_open_vote_nd/?bYLqhbb&v=28679.

Nossa incrível comunidade está crescendo rapidamente e no epicentro das maiores mudanças que estamos presenciando em nosso país: ao longo dos últimos 18 meses, lideramos a luta contra o sistema de votação secreta que estraga nossa democracia. Vamos usar este momento para acabar com ele de uma vez por todas e criar a política limpa e transparente que merecemos. Podemos conseguir esta vitória!

Com esperança e determinação, Carol, Nádia, Diego, Alex, Maria Paz, Laura, Ricken e toda a equipe da Avaaz.

Mais informações

Decida o que jornalistas devem investigar

Financie e escolha 10 reportagens independentes de interesse público.

  • 10 reportagens investigativas e independentes.
  • Você escolhe qual reportagem quer ler e acompanha o passo a passo da pauta até ela ser lançada.


Depois de duas edições concurso de Microbolsas para a Reportagem, que distribuiu R$ 32 mil para que vários repórteres pudessem fazer investigações de fôlego sem qualquer censura, a Pública agora quer ampliar o programa. Por isso, convidamos você a apoiar essa iniciativa.

Até agora, conseguimos publicar reportagens como essas:

Com a sua participação, vamos fazer muito mais

Vamos distribuir 10 bolsas de R$ 6 mil para que jornalistas investiguem temas de interesse da população: Copa do Mundo, violência policial, corrupção e direitos humanos. Durante a apuração, a Agência Pública vai dar todo apoio para cada repórter ir fundo na investigação. E, depois, vamos acionar nossa rede: todas as reportagens vão ser publicadas por dezenas de sites e jornais em todo o Brasil.


Sim, são 10 bolsas de R$ 6 mil e, para cada real doado, a Omidyar Network, uma fundação formada pelo fundador do E-Bay, irá doar outro real, num esquema chamado “match funding”. Ou seja, no total serão arrecadados R$ 95 mil. Então a conta fica assim:

  • R$ 60 mil – divididos em 10 bolsas de R$ 6 mil para reportagem.
  • R$ 20 mil – Remuneração total do chefe de reportagem e editor.
  • R$ 9,150 mil – Remuneração total do checador de reportagens (fact-checker).
  • R$ 5,850 mil – Taxa cobrada pelo Catarse.
  • Total: R$ 95 mil


Simples! Escolha um valor dentre os listados e contribua. Em troca, além da recompensa, você tem a certeza de que colaborou para a ampliação de um projeto que valoriza o repórter e luta pela informação de qualidade e de interesse público. A sua colaboração contribui diretamente para o fortalecimento da imprensa livre, transparente e democrática. E você entra para o nosso conselho editorial!


O conselho editorial vai ser formado por todos aqueles que contribuírem com o crowdfunding. Para quê ele serve? Cada conselheiro terá direito a votar em quais pautas devem ser realizadas.

É que o Reportagem Pública não termina aqui no Catarse, ele vai continuar num site que está sendo preparado especialmente para o projeto. Lá serão detalhadas todas as pautas e você vai poder votar e escolher as 10 histórias que deseja ver publicadas. Já tem muita gente afim de sair à rua para investigar! Alguns coletivos, como o EcoLab, Mais Democracia, Coletivo Nigéria e Outras palavras já mandaram suas sugestões. Veja:

Ao final da votação, as 10 propostas mais votadas serão anunciadas e a Pública vai trabalhar junto aos repórteres, até o fim, para que você receba um conteúdo jornalístico de primeira qualidade.

As propostas de reportagem devem ser enviadas através deste formulário, no qual cada repórter vai poder explicar para o público por que sua proposta é importante. As pautas serão pré-selecionadas pela Agência Pública e depois seguirão para votação. Quem decide é a maioria!

Preparamos uma lista com as perguntas mais frequentes, leia aqui.

Qualquer dúvida sobre este projeto, fale diretamente conosco: 11 3661-3887 ou no email contato.publica@gmail.com.

iPhoto Editora leva 12 palestrantes para a PhotoImage Brasil

iPhoto Editora leva 12 palestrantes para a PhotoImage Brasil

A iPhoto Editora está presente na 21ª edição da PhotoImage Brasil, que acontece nos dias 28, 29 e 30 de agosto na Expo Center Norte (SP). O evento é a maior feira de fotografia e imagem da América Latina e a iPhoto Editora marcará presença com uma grade de palestrantes e lançamentos de produtos. Para participar gratuitamente da feira, profissionais da área devem se credenciar no site www.photoimagebrasil.com.br.

No stand da iPhoto Editora, durante os três dias de feira, serão ministradas 12 palestras por profissionais como Danilo Russo, Altair Hoppe, Erika Muniz, Junior Luz, Marcelo Pretto, Mari Righez, Sharon Eve Smith, Valter Menezes. Além disso, serão lançados os produtos, com a presença dos autores, DVD “A magia da luz – Locação”, do autor Adriano Gonçalves, livro “A arte da Composição – Volume 2”, do autor Ernesto Tarnoczy e DVD “A arte de fotografar nu e sensualidade”, do autor Drausio Tuzzolo. Estará presente também James Vitto, coordenador de eventos da iPhoto, para falar sobre o congresso Estúdio Evolution (www.estudioevolution.com.br).

Confira acima a grade completa dos palestrantes que a iPhoto Editora levará para a PhotoImage Brasil.

A guerra da mídia contra o “mais médicos”

206 médicos cubanos que atuarão na primeira etapa do programa Mais Médicos por meio de acordo entre o Ministério da Saúde e a Organização Pan-Americana de Saúde (Opas) chegam ao Brasil.  Foto: Karina Zambrana - ASCOM/MS

A denúncia da médica Junice Maria Moreira, estampada na 1ª página da ‘Folha‘, da 6ª feira, foi só o primeiro fruto da colheita sôfrega, com a qual a mídia conservadora busca ansiosamente virar o jogo do ‘Mais Médicos’: ‘Disseram que eu tinha que dar lugar a um cubano’, disparou a doutora demitida pela prefeitura de Sapeaçu (BA). O programa, combatido com a beligerância habitual dedicada a tudo que afronte a irrelevância incremental do neoliberalismo, caiu na simpatia popular. É forçoso desmonta-lo. E a isso se oferecia o grito anti-cubano da doutora Junice. O fruto suculento vendido pela  ‘Folha’ no café da manhã ancorava-se em dupla farsa. A primeira: omite que o programa veta a substituição de médicos contratados, pelos visitantes. A segunda: alguns cliques no Google evidenciariam que a ‘grave denúncia’ era só mais uma baga podre do jornalismo que já cometeu falsificações toscas, com intenções sabidas, em outros momentos sensíveis. Basta acessar o serviço CNESNet da Secretaria de Atenção à Saúde do Ministério da Saúde. Foi o que fez o professor André Borges Lopes. Associado ao nome da doutora Junice  surgem quatro vínculos empregatícios ativos. Dois deles de 40 horas no Saúde da Família. Outros dois de 24 horas cada como médico clínico. Total: 128 horas semanais, improváveis 18 horas e meia por dia, de segunda a segunda. Com um detalhe: os vínculos públicos são com prefeituras de três cidades diferentes do interior baiano (Murici, Queimadas e  Jiquiriçá). Segundo o Google Maps, distantes 357 km entre si, 4h40 de viagem.Pergunta: por que o diligente jornalismo da casa Frias não providenciou esses esclarecimentos, antes de disparar a exclamativa manchete da 6ª feira? Resposta: pelo mesmo motivo que publicou uma ficha falsa da Dilma em 2009.

O texto foi extraído da newslatter do Carta Maior recebido diariamente em meu e-mail. A foto foi extraída do Flickr do Ministério da Saúde onde 206 médicos cubanos que atuarão na primeira etapa do programa Mais Médicos por meio de acordo entre o Ministério da Saúde e a Organização Pan-Americana de Saúde (Opas) chegam ao Brasil. Foto: Karina Zambrana – ASCOM/MS. Saiba mais no Blog da Saúde: bit.ly/12yIy82.

Eles repetem Bush em Nova Orleans

Obana é o novo Bush

Há oito anos, no dia 26 de agosto de 2005, o furacão Katrina chegou aos EUA. No dia 29 atingiria Nova Orleans. Desencadearia uma espiral de devastação que associou desabamentos, inundações, afogamento, fome, sede e saques. Pretos, pobres, velhos e crianças foram as principais vítimas do desastre que custou 1.800 vidas. O governo Bush demorou quatro dias para reagir. Uma semana após o ciclone, áreas continuavam isoladas; populações desassistidas. A popularidade do republicano  vergou sob o peso dos mortos. Não era uma guerra, não cabiam desculpas patrióticas. Novas Orleans deixou patente a inadequação social de um governo que se evocava um anexo dos mercados. Em meio ao desespero, Fidel Castro  ofereceu ajuda.  Cuba se propôs  a colocar 1.600 médicos experimentados em catástrofes para atuar em Nova Orleans. ‘Em 48 horas’, prontificou-se o governo cubano. Bush ignorou. Fidel insistiu. Cuba providenciaria  todo o equipamento necessário e 36 toneladas de medicamentos. Silêncio. Há um ciclone de abandono e isolamento médico cujo vórtice atinge cerca de 3500 municípios brasileiros. A  exemplo de Bush, o conservadorismo local prefere ver a pobreza morrer doente a ter um médico cubano prestando assistência emergencial nas áreas mais  carentes do país. Se dependesse dos gásparis, elianes, tucanos e assemelhados o Katrina da carência médica continuaria a devastar o Brasil miserável, enquanto eles pontificam elevadas razões humanistas para recusar a ajuda emergencial de Cuba. (LEIA  MAIS AQUI. Leia também dois textos do dossiê ‘Cuba’, do Instituto de Estudos Avançados da USP:  um oportuno panorama dos avanços da medicina na ilha; e os desafios de atualização do projeto socialista cubano)

O texto foi extraído da newslatter do Carta Maior recebido diariamente em meu e-mail.

 

Estamos caminhando pra Terceira Guerra Mundial

Estamos em uma estrada que nos levará direto para a terceira grande Guerra Mundial. Este vídeo examina a história do dólar, sua relação com óleo e os verdadeiros motivos por trás da guerra das últimas duas décadas. Confira!

Confira os demais link e estude, aprofunda-se no assunto e arme-se, mas não esqueça, que estamos no lado da justiça e que tem Deus no controle e que habita o seu coração será o vencedor:

Mensagem de aniversário de Navegantes do Vereador Murilo Cordeiro

Meu grande amigo e companheiro Murilo Cordeiro, vereador do PT na cidade de Navegantes fez um vídeo institucional em homenagem ao aniversário do município. Murilo é de família de Pedra de Amolar, e já foi candidato a vereador em Ilhota, chegando a ser o mais vota da sigla em 2000.

 

Trailer do novo DVD de Adriano Goncalves

Muitos fotógrafos reclamam de falta de boas locações para fotografar. E isso realmente acontece em muitas cidades. Por isso, este DVD é uma importante contribuição a criatividade e a busca de um novo olhar sobre o que é uma boa locação e como fazer boas fotos mesmo em locais não tão exuberantes aos olhos do próprio cliente, como do fotógrafo. Em duas horas de vídeo-aula, Adriano Gonçalves mostra, em ensaios práticos, como é possível ir além. Como fazer grandes ensaios em lugares comuns, que existem em qualquer cidade do país, como uma pracinha, uma casa abandonada ou, simplesmente, algumas flores e folhagens. Aprenda a ver o que ninguém vê.