2013, pra mim… por Emir Sader

2013 pra mim foi...

Os melhores personagens do ano foram Rafael Correa, Pepe Mujica, Lula, Evo Morales e Snowden. Os piores: Joaquim Barbosa, Marcos Feliciano. Eu discordo da indicação de Marcos Feliciano, do resto, concordo em parte em sua maioria, pra não dizer tudo!

  • Os melhores personagens: Rafael Correa, Pepe Mujica, Lula, Evo Morales, Snowden.
  • Os piores: Joaquim Barbosa, Marcos Feliciano (discordo da indicação do Feliciano, pra mim ele está mais do que certo)
  • Melhor filme: no fim do ano, “A grande beleza”.
  • Melhor cara no esporte: Felipão.
  • Melhor livro, no fim do ano: “O homem que amava os cachorros”, Leonardo Padura.
  • Maior desafio: as manifestações de junho.
  • Maior blefe: Marina.
  • Maior decepção: Pablo Gentili.
  • Maior iniciativa diplomática: proposta russa pra negociações sobre a Síria.
  • Pior desempenho: comunicação do governo Dilma.
  • Maior avanço: Mais Médicos.
  • Maiores ausências: democratização da mídia, financiamento publico das campanhas eleitorais, reforma tributária.
  • Melhor vitória eleitoral: Rafael Correa no Equador.
  • Pior desempenho: coberturas econômicas da velha mídia.
  • Frase mais significativa:“As médicas cubanas parecem empregadas domesticas”.
  • Maior fracasso: máscaras do Joaquim Barbosa no carnaval.
  • A parada mais dura:o julgamento no STF.
  • A maior esperança: 2014

Extraído do blog de Emir Sader.

OMS elabora material sobre teleconsultoria na atenção básica à saúde com base na rede brasileira

OMS elabora material sobre teleconsultoria na atenção básica à saúde com base na rede brasileira

A partir de orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil vem desenvolvendo sua rede de Atenção Básica do Sistema Único de Saúde. Um dos avanços alcançados pelo programa é a teleconsultoria, que permite o acesso de pacientes de áreas isoladas – como na Amazônia – à diagnósticos e orientações acompanhados por especialistas dos grandes centros. Agora, a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), escritório regional da OMS, está apresentando o exemplo brasileiro a vários países, especialmente africanos.

A OPAS elabora documentos multimídia e impressos para facilitar o acesso de gestores públicos a indicadores de funcionamento, metodologias de implementação e monitoramento do modelo brasileiro, que conta com mais de 39 mil unidades em todo o território nacional, cada uma composta por médicos, enfermeiros, dentistas, agentes comunitários, técnicos de enfermagem e técnico de saúde bucal, num total de 600 mil profissionais.