De volta ao Brasil

De volta ao Brasil - A gaúcha Ana Paula Maciel ganhou o melhor presente que poderia ter:  voltou para casa depois de ter sido obrigada a ficar 100 dias na Rússia

Cinco dias antes de completar 32 anos, a gaúcha Ana Paula Maciel ganhou o melhor presente que poderia ter: voltou para casa depois de ter sido obrigada a ficar 100 dias na Rússia, acusada de um crime que não cometeu. A bióloga estava entre o grupo de 28 ativistas e dois jornalistas que foram presos após um protesto pacifico contra a exploração de petróleo no Ártico.

Ana está aliviada e extremamente grata pelo apoio que recebeu de milhares de pessoas nos últimos meses. Mas assim que pisou em solo brasileiro, fez questão de dizer: a história está muito longe do fim: “Enquanto a gente não tiver um santuário no Ártico, a gente não vai parar”, ela disse.

Ignorando a repercussão do caso, a empresa russa Gazprom começou a exploração de petróleo no Ártico no dia 20 de dezembro, justamente na plataforma onde os ativistas protestaram. A partir de agora, portanto, a ameaça àquele frágil ecossistema é oficial. E nossa pressão para que isso não siga em frente vai continuar. Diga não à exploração de petróleo no Ártico. Compartilhe:

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Assembleia Geral da ONU aprova Década Internacional de Afrodescendentes

Década Internacional de Afrodescendentes

A Assembleia Geral da ONU adotou uma resolução que cria a Década Internacional de Afrodescendentes. Intitulada “Pessoas Afrodescendentes: reconhecimento, justiça e desenvolvimento”, a Década será celebrada de 1º de janeiro de 2015 a 31 de dezembro de 2024. O objetivo é aumentar a conscientização das sociedades no combate ao preconceito, à intolerância, à xenofobia e ao racismo. O documento enfatiza que, apesar de muitos esforços pelo mundo, “milhões de seres humanos continuam a ser vítimas do racismo, da discriminação racial, da xenofobia e da intolerância relacionada, inclusive suas manifestações contemporâneas, algumas das quais tomam formas violentas”. A representação brasileira nas Nações Unidas ressaltou que o país tem o maior número de pessoas de ascendência africana fora do continente. A delegação do Brasil lembrou que o País continua a enfrentar o racismo e a intolerância herdada de seu passado colonial.