Há 10 anos, ordem de serviço para construção da Ponte de Ilhota era assinado

Assinatura da ordem de serviço da construção da Ponte de Ilhota

A espera de tantos anos havia terminado. O sonho de 12 mil ilhotenses, total aproximado da população na época, começou a se concretizar naquela maravilhosa manhã nublada de domingo, dia 22 de novembro. Nesta data marcante para a história da cidade, aconteceu a assinatura da ordem de serviço para construção da tão sonhada Ponte de Ilhota. A Prefeitura de Ilhota na época, convocou o povo a comemorar a realização do sonho. O povo foi e acompanhado de inúmeros políticos, lideranças locais e regionais, além de muita veículos de imprensa, testemunharam assinatura do então Governador Luiz Henrique da Silveira, Prefeito Ademar Felisky, representantes do Governo Lula e da empreiteira JM Terraplenagem e Construções, vencedora da licitação, a autorização para o início das obras.

Vou aqui compartilhar o convite do evento, publicado na época!

Convite assinatura da ordem de serviço da Ponde de Ilhota

Lembro emocionado de como foi aquela dia. Houve até um almoço festivo. Muito churrasco e cerveja, o dia todo de festa. Uma equipe foi montada para organizar o fluxo de trânsito e de pessoas no dia. No local havia um estacionamento que ficou cheio, venda de bebidas e lanches. Os Bombeiros Voluntários faturaram muito no dia com a comercialização de bebidas. A prefeitura, em conjunto com empresários e entidades locais, forneceu mais de 700 quilos de carne assada à população.

O público foi expressivo. A expectativa aproximada foi de que mais duas mil pessoas que compareçam no evento.

Na época, a internet estava se popularizando na cidade com um rede ADSL modesta que se consolidava numa verdadeira evolução na região central do Município, mas a vida virtual estava se gatinhando. Somente no ano seguinte que instalei minha rede em casa e a Oi dominava o mercado. A salvação de muita gente em buscar informação na internet (e a minha também) era acessando por uma Lan House. A plataforma mais popular na época era o Orkut, MSN e os Fotologs. Facebook iniciava com uma interface meio feia e que ninguém entedia. Twitter, nem pensar, que além de ser de difícil compreensão, era em inglês. O WhatsApp tinha uns cinco ou seis IDs perdidos com o aplicativo instalados nos recém smartphone que chegavam ao mercado, que no começo, era pago, custando US$ 0,99. O povo usava mesmo era o bom e velho SMS. Eu já estava conectados em todas essas plataformas sociais e meu celular era um BlackBerry. Comentei sobre isso para que pudéssemos falar da mobilização. Sem ter toda conectividade de hoje, a articulação em chamar o povo deu certo. Houve carro de som, convites impressos, envio de e-mails, notícias em jornais da região entre outros. Foi por esses os motivo que não temos muitas informações e ao pesquisarmos sobre o assunto, obtemos quase nada em resultados favoráveis. Não era como hoje, publicação de fotos e vídeos sendo postados e compartilhados instantaneamente. Se eu encontrar algumas mídia, seja em qual for a plataforma, vamos compartilhar neste blog. Para fim de registro na postagem, as fotos eram capturadas por maquinas fotográficas compactas, muito populares esse tempo e que logo caíram e desuso.

A cerimônia iniciou oficialmente às onze e meia da manhã e foi realizado no canteiro de obras, terreno onde está construída a ponte, na margem direita do rio, próximo a borracharia do Coca, no quilômetro 12 da Rodovia Jorge Lacerda. No palanque montado numa carroceria de uma das carretas da frota da Transportadora Dalçoquio onde o próprio dono, seu Augusto Dalçoquio veio dirigindo. Participaram do evento o governador do estado, Luiz Henrique da Silveira; o secretário de desenvolvimento regional, Paulo França; senadores; deputados federais e estaduais; secretários municipais; vereadores e diversas lideranças locais e regionais, além dos ex-prefeitos seu Ricardo Kila e seu irmão o Zé Kila. Quem levou o mérito foi o ex-Deputado Federal João Matos, que articulou todo o meio de campo com o processo do Projeto da Ponte de Ilhota.

Uma das pessoas que estavam no palaque e que na minha opinião, não deveria nunca mais pisar na cidade, era o então Presidente da Acib. Na época, esse fulano disse que Ilhota não precisava da ponte, fazia críticas pesadas quanto ao Projeto da obra. No dia a assinatura da ordem de serviço, ele se retratou, pediu desculpas. Quando Luiz Henrique foi falar, chamou todos os Vereadores para o palanque. Me lembro que a oposição ao atual governo, encabeçado pelo PDT que ficaram na presidência durante as duas legislaturas, fazia graves acusações alegando que a promessa da Ponde era uma farsa. Assim como eles, muitos ilhotenses eram contra ao sonho e diziam que a Ponte de Ilhota era apenas mais uma promessa de campanha para enganar o povo. Essa gente do contra são hoje o pessoal que estão no PP, DEM, PSD e alguns do PSDB. Estavam enganados. Mesmo assim, com todas as evidências conspirando favoravelmente, não acreditavam no sonho. Caíram do cavalo e não foram ao evento. Foram barrados no baile. Quanto aos Vereadores no palaque, foram vaiados. Eu fui um dos que puxou o coro.

Lembro do discurso do LHS que disse que havia uma cabeça de burro enterrado na cidade e que esse artefato maligno, não deixa a cidade crescer e que a partir daquele dia, teríamos uma nova Ilhota. Segundo Luiz Henrique, a caveira do burro foi desenterrado. Disso eu já sabia, que estamos a sombra de uma grande maldição, de uma praga infernal, pois nada progride nessa cidade, agora que era uma cabeça de burro, disso não sabia. Temos que nos unir para quebrar essa obra do mau.

É importante lembrar que o Governador Luiz Henrique propôs que batizassem o nome da Ponte de Ilhota em Ponte da Saudade, em homenagem aqueles que morreram na tragédia de novembro de 2008, já que a ponte ligaria a margem direita com a esquerda, região onde fica o Complexo do Baú, local de todo epicentro e onde residiam os mortos da tragédia. Mas o Prefeito Daniel não aceitou a proposta do ex-governador e batizou a Ponde de Ilhota com o nome Ponte Cláudio Jeremias Cadorin, em homenagem ao padre que atuou na paróquia local nas décadas de 1980 e 1990. Natural de Nova Trento, Padre Jeremias faleceu, aos 63 anos, em 1994. O ato foi sancionado na Lei Municipal 1756/2013. Portanto, a ponte não leva o pronome de tratamento padre como muitos dizem por aí. É um erro. O Padre era Cláudio Jeremias Cadorin, mas a ponte não!

A empresa vencedora da licitação, que iniciou a construção da ponte, ligando as duas margens do rio Itajaí-Açú foi a JM Terraplanagem e Construções, de Brasília. No contrato constavam que a contratada fará os acessos e a ponte no valor de R$ 32.535.928,11. Além disso, a construtora teve que executar a terraplanagem do terreno, pavimentação asfáltica, drenagem, obras de arte, sinalização e obras complementares e a ponte de 480 metros ligará a Rodovia Jorge Lacerda com à BR-470. Entre ponte e acessos, temos uma rodovia de 2,4 km de extensão. Infelizmente, a JM não concluiu a obra. Houve um meio tempo nesse processo todo e eles desistiram por questões financeiros e um escândalo que abalou as empreiteiras do setor na época, mas esse assunto não quero detalhar.

Após um curto período de paralisação na obra, a próxima habilitada a assumir o serviço foi o Consórcio Tec/Setep e eles entregaram a obra no dia 2 de setembro de 2016. Eu também estava na festa, mas nesse dia de sol forte, não tinha carne.

Esse sonho só foi possível ser realizado, talvez, porque o Governo Federal, através do PAC – Programa de Aceleração do Crescimento, já na gestão da Presidenta Dilma Rousseff, passou a assumir 80% da obra. O Governo do Estado não consegui arcar com o seu compromisso. Raimundo Colombo chegou a argumentar em alguns casos que foi um tiro no escuro que Luiz Henrique deu sobre a Ponte de Ilhota. Se não fosse na gestão do PT, talvez ainda estaríamos utilizando a balsa. Prefeito Ademar reconhece o empenho do Presidente Lula na obra e sem dúvida, Ademar tem sua contribuição na obra. Seu empenho é reconhecido e pena que ele não inaugurou. O cronograma era para que fosse concluída no finalzinho da sua gestão.

Antes da ponte, havia uma balsa que fazia o serviço da travessia do rio. Ela operava da das 5h da manhã e ia até as 23h. Dois turnos, em serviços de revezamento, operavam a dita cuja. Era um sofrimento danado, transtorno imaginável, um atraso de vida e um empecilho no desenvolvimento econômico da cidade. O serviço era gratuito e mantido pela Prefeitura.

Hoje não temos mais a balsa. Ela foi vendida. Foi boa enquanto durou. Enquanto as promessas dos linguarudos em passar pelado pela Ponte se ela fosse inaugurada, isso nunca acabou acontecendo.

O sonho que muitos lutam há décadas e que foi nossa bandeira nesses cinco anos de governo começa a ser realizado. A ponte em nossa cidade permitirá o desenvolvimento local e regional de forma integrada e ordenada
Ademar Felisky

É importante deixar claro que a Prefeitura de Ilhota teve participação direta na construção da Ponte de Ilhota. Lendo o Edital do Projeto Técnico, encontramos um documento em que o prefeito da época se comprometeu em assumir com as obrigações legais, quanto as desapropriações dos terrenos e passar os poderes dos imóveis para União. Esse, talvez seria a etapa mais complicada do projeto, pois se tratava da negociação direta e compra dos terrenos por onde passaria a Rodovia de acesso e a edificação da construção da ponte. Mas não foi. Uma parte desses imóveis já eram do poder público e isso aliviou um pouco.

Não sei como foi realizado a negociação nem como a Prefeitura fez para desapropriar pagando o valor, mas foi feito. Já de onde saiu o recurso financeiro para esse fim, também não sei de onde veio, até porque, orçamento da Prefeitura na época era pouco, girava entorno de 12 milhões e não sobrava muita coisa para investimentos. Talvez se algum Vereador estiver lendo esse artigo, poderia propor uma investigação e a criação de uma CPI, para apurar o verdadeiro destino final de onde saíram as divisas que culminou nas despropriações desses imóveis. Tem quem diga que houve maracutaia, mas eu não sei, não posso afirmar. Se a coisa fosse feito na transparência, já eliminariam todas essas suspeitas, mas a Lei da Informação e o Portal da Transparência, que obriga os órgãos públicos a publicar tudo, veio só depois.

A minha maior suspeita foi a tal concessão de isenção fiscal à empresa Pandini Empreendimentos Imobiliários Ltda, que de acordo com a Lei Municipal 1661/2011, a empresa fica isenta, num prazo de 25 anos, a pagar tributos para municipalidade. A Lei ainda diz que os interesses com as isenções abrangem os imóveis de propriedade da Empresa Pandini Empreendimentos Imobiliários Ltda ou empreendimentos de quem este indicar, todos sediados no Município de Ilhota. Um absurdo! Sabemos que a Lei Municipal 1490/2008 autoriza o Município a receber imóveis da empresa Pandini Veículos Ltda, estranho, não? Mais tarde, o Prefeito Dida encaminha um Projeto de Lei para Câmara de Vereadores que aprova a proposta do Prefeito em que municipaliza a rodovia de acesso da ponte. Não me lembro como foi votado e a quantidade votos a favor do Prefeito, mas o companheiro Vereador Rogério foi contra. Isso foi um outro absurdo, tudo para beneficiar a especulação imobiliária e justamente para aquele que cedeu ou vendeu o terreno para Prefeitura para ser construído a Ponte de Ilhota. No universo da política, não há coincidências. Apontamos aqui, graves indícios de irregularidades.

Por fim, refrescando um pouco da memória e relendo alguns dos meus registros da época, publicados por aí, trango uma curta linha do tempo dessa etapa da Ponte de Ilhota. Em 10/08/2008, o edital da licitação da obra é publicado no Diário Oficial do Estado e no dia seguinte, 11/08/2008, no Diário oficial da União. Em 15/07/2009, apenas 7 das 83 empresas que retiraram o edital para participar da licitação compareceram a visita técnica. A reunião para apresentação do projeto aconteceu no Salão Paroquial da Igreja Matriz São Pio X e também no local onde a obra será realizada. No dia 25/08/2009, o projeto apresentado pela empresa JM Terraplanagens e Construções, de Brasília, venceu a licitação para construção da ponte por apresentar o menor valor, cerca de R$ 31,5 milhões. Por fim, no dia 27/10/2009, o Departamento Estadual de Infra-estrutura – Deinfra, negou pedido de recurso das empresas Consórcio Geosolo/Verdi e Consórcio Azza/Engedal, que concorriam à licitação no ano passado.

A seguir, vou compartilhar algumas fotos que catei por aí na época e algumas feitas por minha pessoa.

Espero ter contribuído com o processo histórico e político desse importante acontecimento em nossa cidade.

Comissão analisa repasse de verbas para vítimas de enchentes

Comissão analisa repasse de verbas para vítimas de enchentes

A Comissão de Fiscalização Financeira e Controle discute nesta tarde a demora na liberação de recursos federais para os municípios de Santa Catarina, Rio de Janeiro e Minas Gerais atingidos por enchentes em 2008 e 2009.

De acordo com o deputado José Carlos Vieira (DEM-SC), que propôs a audiência, dos 108 municípios atingidos em Santa Catarina, somente 16 tiveram seus relatórios de danos aprovados pela Defesa Civil para receber os recursos. Para ele, a burocracia governamental está impedindo que o dinheiro seja repassado, prejudicando milhares de famílias que ficaram desabrigadas em razão das chuvas fortes e que não têm como voltar para suas casas.

O requerimento da audiência também é assinado pelos deputados Felipe Bornier (PHS-RJ) e Márcio Reinaldo Moreira (PP-MG).

Debatedores

Além dos ministros, também foram convidados para participar da audiência:

  • Representantes dos ministérios da Fazenda; da Integração Nacional; e do Planejamento.
  • Representantes dos governos de Minas Gerais, Santa Catarina e Rio de Janeiro (estados atingidos por enchentes).
  • O presidente da Comissão Externa da Câmara que acompanhou a tragédia em Santa Catarina, deputado Paulo Bornhausen (DEM-SC).
  • O deputado Acélio Casagrande (PMDB-SC), representante da Frente Parlamentar da Defesa Civil.
  • Um representante do Tribunal de Contas da União (TCU).
  • Um representante do Ministério Público Federal.
  • O major Marcio Alves da Defesa Civil de Santa Catarina.
  • O presidente da Associação de Municípios da Foz do Rio Itajaí, Ademar Felisky.
  • O presidente da Associação de Municípios do Vale Médio do Itajaí, João Paulo Kleinubing.
  • O presidente da Associação de Municípios do Vale do Rio Itapocu, Valdir Corrêa.
  • O presidente da Associação de Municípios do Nordeste de Santa Catarina, Ervino Sperandio
  • O presidente do Consórcio de Saúde Pública do Noroeste Fluminense, José Eliezer.
  • O presidente da Associação dos Municípios da Área Mineira da Adene (Amans), Valmir Morais.

A audiência será realizada às 14h30 no plenário 10.

Outras informações

Fonte Agência Câmara Notícias

Falta de estrutura faz defesa civil deixar de receber verbas

Falta de estrutura faz defesa civil deixar de receber verbas

A falta de uma estrutura adequada de defesa civil na maioria dos municípios brasileiros é um dos problemas que afetam os repasses de recursos públicos para vítimas de catástrofes. Essa foi uma das conclusões dos deputados da Comissão Externa de Acompanhamento da Tragédia Climática em Santa Catarina depois de cinco audiências no estado, na semana passada.

Para enfrentar o problema e buscar soluções, a Câmara vai realizar uma comissão geral (sessão de debates) que discutirá a estrutura da defesa civil. Na sexta-feira (6), durante reunião da comissão externa em Itajaí (SC), o presidente da Câmara, deputado Michel Temer, anunciou a realização do debate e disse que a Casa vai analisar a possibilidade de criação de um fundo nacional para apoiar a prevenção de desastres naturais.

Ação preventiva

De acordo com representantes da defesa civil, na maioria das cidades brasileiras falta uma estrutura adequada para o setor, que precisa de mais profissionalização e da realização de concursos públicos. Michel Temer disse que a defesa civil precisa ter uma ação mais preventiva, e não apenas de resposta aos desastres. Ele ressaltou que as vítimas da tragédia em Santa Catarina não podem ser esquecidas.

O diretor de Reabilitação e Reconstrução da Secretaria Nacional de Defesa Civil, José D`Ávila Fernandes, destacou que mais de 70% dos municípios já criaram coordenadorias de defesa civil, mas menos de 5% delas “funcionam adequadamente”.

Segundo ele, a falta de estrutura no setor atrapalha o recebimento dos recursos de defesa civil pelo municípios, obrigados legalmente a criar as coordenadorias, que elaboram o formulário de avaliação de danos e a notificação preliminar de desastres.

Esses documentos, informa Fernandes, são essenciais para que o decreto municipal de calamidade pública ou de emergência seja reconhecido pelo governo federal, possibilitando o repasse de recursos para o município.

Na avaliação de José Fernandes, a falta de estrutura dos órgãos municipais é uma “questão cultural”. Ele ressalta que cada Real aplicado em prevenção equivale a R$ 15 ou R$ 20 investidos em tarefas de reparação ou reconstrução.

Colaboração

A comissão externa visitou, em dois dias, cinco cidades que foram atingidas por enchentes em novembro: Criciúma, Palhoça, Joinville, Blumenau e Itajaí. Michel Temer observou que a sua presença no estado foi simbólica, pois mostrou a intenção da Câmara de colaborar para reconstruir as cidades.

Segundo ele, os deputados podem ajudar a reduzir a demora e a burocracia na liberação de recursos para os atingidos por desastres. A data da comissão geral ainda não foi definida.

Leia mais

Comissão geral debate falta de estrutura da Defesa Civil

Comissão geral debate falta de estrutura da Defesa Civil

A Câmara realizou no dia 31 de março de 2009, às 10 horas, uma comissão geral para discutir a estrutura da defesa civil no País. O debate foi anunciado pelo presidente da Câmara, Michel Temer, no último dia 6, durante reunião da comissão externa em Itajaí (SC) sobre as enchentes de Santa Catarina. Um dos objetivos da comissão geral é discutir a possibilidade de criação de um fundo nacional para apoiar a prevenção de desastres naturais.

A comissão externa concluiu que a falta de uma estrutura adequada de defesa civil na maioria dos municípios brasileiros é um dos problemas que afetam os repasses de recursos públicos para vítimas de catástrofes.

Durante a comissão geral, será lançada a Frente Parlamentar Mista da Defesa Civil, que será coordenada pelo deputado federal Acélio Casagrande (PMDB-SC), e é composta até agora por 171 deputados e 11 senadores.

Falta profissionalização

De acordo com representantes da defesa civil, na maioria das cidades brasileiras falta uma estrutura adequada para o setor, que precisa de mais profissionalização e da realização de concursos públicos.

Michel Temer disse que a defesa civil precisa ter uma ação mais preventiva, e não apenas de resposta aos desastres. Ele ressaltou que as vítimas da tragédia em Santa Catarina não podem ser esquecidas.

O diretor de Reabilitação e Reconstrução da Secretaria Nacional de Defesa Civil, José D`Ávila Fernandes, destacou que mais de 70% dos municípios já criaram coordenadorias de defesa civil, mas menos de 5% delas “funcionam adequadamente”.

Convidados

Foram convidados para participar da comissão geral:

  • O secretário Nacional da Defesa Civil, Roberto Costa Guimarães.
  • O diretor do Departamento Estadual de Defesa Civil de Santa Catarina, major Márcio Luiz Alves.
  • O diretor de Departamento da Defesa Civil de Guarulhos (SP), Paulo Victor Novaes.
  • O prefeito de Ilhota (SC), Ademar Felisky.
  • O secretário-executivo do Conselho Estadual de Defesa Civil de Santa Catarina, major Emerson Neri Emerim.
  • O presidente da Fundação de Apoio à Pesquisa Científica e Tecnológica de Santa Catarina (Fapesc) e coordenador do Grupo Técnico-Científico de Prevenção contra Catástrofes, Antônio Diomário de Queiroz.
  • O diretor do Departamento de Reabilitação e Construção da Secretaria Nacional de Defesa Civil, coronel José Luiz D`ávila Fernandes.
  • O coordenador-Geral de Articulação de Gestão da Secretaria Nacional de Defesa Civil, coronel José Wilson Pereira.
  • O secretário-executivo de Ações de Defesa Civil do Amazonas, coronel Roberto Rocha Guimarães da Silva.

Carta de renúncia de Ademar Felisky da função de delegado do Diretório do MDB de Ilhota

Carta de renúncia de Ademar Felisky da função de delegado do Diretório do MDB de Ilhota

É minha gente, o ZapZap tá dano o que falar. Ele foi feito para escrever, mas como nem todo mundo sabe escrever, envia áudio e dá no que deu.

Essa é a carta de renúncia do ex-prefeito Ademar Felisky da função de delegado do Diretório do emedebê de Ilhota. Para colaborar com as notícias dos tabloides da região, o povo da oposição estão mexendo os seus os pauzinhos e conseguem se infiltrarem nos grupos adversários.

Na coluna Pimenta, do Jornal Metas, o editor descreve a situação do caso do ex-prefeito Ademar Felisky comentando a respeito de sua carta de renuncia da função ao qual foi  já pegou eleito.

Ademar entregou um requerimento onde comunica a sua renúncia da função de delegado do Diretório do MDB de Ilhota. A decisão foi tomada depois dele ouvir o áudio do prefeito Dida que todo mundo ouviu (logo irei criar um podcast e publicar esses áudios). Segundo a coluna Pimenta, Ademar nunca escondeu sua simpatia pelo Dr. Lucas como candidato a prefeito nas últimas eleições, porém, foi voto vencido, e acabou trabalhando pela eleição de Dida. Também deve estar se sentindo parte da “Turma do Lucas”, como mencionou Dida no áudio.

Sabe o que tenho a dizer disso tudo? Nada! Apenas observo. Eles que são ilhotenses que se entendam. Se alguém quiser me contratar para assessoramento de comunicação social e marketing, me chama no inbox. Um salve a todos e fiquem com  as bênçãos de Deus!

Empresa que orientou ex-prefeito da Penha para fazer pagamentos irregulares ao INSS já foi denunciada em outras cidades

Ação Civil Pública contra Dano ao Erário na Prefeitura de Ilhota

Número do Processo: 0900157-68.2016.8.24.0025

Entenda o caso do advogado que tinha procuração para representar Penha nesta questão foi preso no ano passado pela ação do MPF. A investigação desta notícia é de propriedade do Jornal Beira da Praia. Link da consulta: http://bit.ly/2AoMBvW – Número do Processo: 0900157-68.2016.8.24.0025

Penha não é o único município a ser orientado equivocadamente pela empresa Pública Consultoria E Desenvolvimento Profissional Ltda, que orientou o ex-prefeito Evandro Eredes dos Navegantes (PSDB) a fazer pagamentos irregulares do INSS, gerando uma dívida atualmente considerada de 51,5 milhões de reais pela receita federal.

A empresa responde a pelo menos mais quatro processos que correm no Tribunal de Justiça de Santa Catarina, sob acusações de improbidade administrativa e danos ao erário público, nas cidades de Ascurra, Presidente Getúlio, Witmansur e Gaspar.

É o que revelou o vereador Everaldo Dal Posso (PMDB), na última sessão da câmara de vereadores, dia 20, segunda-feira, após pesquisar informações sobre a empresa na internet.

Além da Pública Consultoria, um dos seus advogados, Elsimar Roberto Packer, que tinha procuração dada pelo ex-prefeito Evandro para representar Penha nesta questão previdenciária, teria sido preso em operação da Polícia Federal na cidade de Tucuruí, no Pará, por denúncia de desvio de recursos da previdência dos servidores públicos daquele município, em 03 de novembro do ano passado. Elsimar também é citado em vários processos em todo país, por “crime contra o sistema financeiro nacional”.

“O ex-prefeito na verdade caiu no golpe do bilhete premiado”, acredita o vereador Isac da Costa (PR), líder do governo na câmara municipal. “Essa empresa apareceu prometendo que a cidade podia deixar de pagar o que devia, e assim sobrar dinheiro nas contas públicas, e o governo passado acreditou num esquema fraudulento, que agora deixou a cidade endividada”, lamentou.

A dívida original, que era de cerca de 15 milhões de reais, acabou se tornando num débito de quase 52 milhões, devido a juros, multas e correção monetária. “O ex-prefeito podia ter pago normalmente o INSS, depositado o dinheiro em juízo enquanto o pedido de compensação era analisado, mas foi imediatista, queria dispor daquele recurso na sua gestão, sem pensar nas consequências”, estipulou o líder governista.

Segundo auditoria feita pela empresa Pública Consultoria E Desenvolvimento Profissional Ltda, que recebeu 1 milhão, 675 mil e 450 reais da prefeitura para fazer o serviço, a cidade teria créditos a ver com a receita federal, porque teria pago mais do que deveria à previdência desde 1998. O município teria assim direito a “compensações”, e descontou esse suposto valor do que deveria pagar à previdência entre 2010 e 2013.

No entanto, a receita federal não reconheceu o mérito da cidade as tais compensações, pois muitas delas já teriam até prescrito, já que o prazo para requisitar revisão nos valores pagos ao INSS é de cinco anos.

Por conta disso, para o auditor-fiscal federal, Eduardo Tanaka, o ex-prefeito Evandro Eredes dos Navegantes (PSDB) realmente cometeu atos ilícitos às legislações previdenciária e penal ao compensar indevidamente créditos inexistentes, prescritos ou não transitados em julgado, e por isso o citou formalmente numa representação fiscal para fins penais, por crimes como estelionato, falsidade ideológica e contravenção penal.

“A cidade deveria ter esperado a chancela da receita, ou então depositado o valor integral em juízo, para que caso ganhasse a questão, pudesse recuperar o dinheiro”, opina o atual Secretário da Fazenda de Penha, Leandro de Lima Borba. “Como no final a receita federal não acatou o pedido de compensação, o município ficou com essa dívida”, lamentou.

O advogado e representantes da empresa de consultoria devem ser chamados pela CPI assinada pelos vereadores do PMDB, PR, DEM, PROS e PT na câmara municipal de vereadores para prestar esclarecimentos. “Temos que investigar os fatos, a população nos cobra o papel de fiscalização, é nossa responsabilidade”, argumenta o vereador Maurício Brockveld (PROS), que propôs a comissão parlamentar de inquérito.

“Não queremos acusar ninguém, mas o fato é que um prejuízo existe para a cidade, não só a dívida que o ex-prefeito diz que é só empurrar com a barriga como ele fez, mas também a condição inadimplente de Penha junto à receita que impede o município de receber recursos para obras do governo federal”, acrescentou. “A cidade já está pagando um preço por isso, porque tem dinheiro pra receber do governo que ia garantir muitas obras de serem feitas, obras que o povo pede como pavimentação e tubulação, e tudo isso podemos perder por essa irresponsabilidade”, reclamou.

Um dos objetivos dos vereadores que querem a CPI é que a cidade possa, responsabilizando os responsáveis, entrar com um processo para ser ressarcida. “O povo foi lesado, e essa novela não pode continuar. Se alguém errou, então deve pagar. Não é vingança, nem política, é questão de justiça, para cada morador que espera uma vaga na creche, mais agilidade de atendimento na saúde pública, mais ruas com infraestrutura e tantas obras necessárias onde esse dinheiro está fazendo falta”, defende o vereador suplente Carlos Dolvino Georg (PT), que também assinou o requerimento pedindo pela investigação.

O pedido de CPI já foi protocolado junto à mesa diretora da câmara, e agora aguarda apenas a homologação da presidente da câmara, Maria Juraci Alexandrino (PMDB).

Fonte: Jornal Beira da Praia.

Google Maps manda Ilhota lá pro Baú Central

Ilhota Google Maps

Era só o que me faltava! Google golpeando Ilhota nos resultados de pesquisa no mapa.

Na época do prefeito Daniel Bosi a geolocalização de #Ilhota, quando pesquisado em alguns dispositivos com base no banco de dados do Google (maior do mundo), era direcionado certinho no centro da cidade, ali no morro da igreja católica. Agora, depois que o Dida Oliveira assumiu o cargo, ao pesquisar “Ilhota” no Google Maps dá lá no Bau Central.

Nada contra o povo do Baú, nem da galera da margem esquerda, eles são de ilhotenses sim, e merecem todo meu respeito e seus logradouros deveriam estar no Street View, mas não estão pela dificuldade da região e não esta contemplado no perímetro urbano. A questão aqui é que prejudicial pra muita gente, principalmente para quem não é da cidade e precisa incluir “Ilhota” no GPS, por que até então Ilhota não estava no mapa (maior gozação do mundo).

Aí um fulano de tal digita “Ilhota” no aparelhinho do GPS, embarca no carro pra com destino a Ilhota comprar calcinha (ou sei lá o quê) e vai parar lá no Baú. Olha só os transtornos. Sorte é que já existe a ponte!

Na primeira gestão do prefeito Ademar Felisky, Ilhota dava lá na BR-470, pior ainda.  Com essas informações distorcidas e quem não entendia da navegação, a pessoa vinha pela BR-470 e caia ali na balsa, maior dor de cabeça e depressão ao viajante que visitava Ilhota.

Então! Fomos um dos poucos que enviou milhões de e-mails e feedbacks para o Google Maps corrigir o erro, e deu certo. Agora, não sei o que dizer, nem o que fazer. Acho que o Google não gosta de Ilhota, ou do prefeito #SóAcho

Prefeitura de Ilhota possui três páginas no Facebook, um para cada prefeito

Página da prefeitura de Ilhota no Facebook

Existem 3 página da Prefeitura de Ilhota no Facebook. Uma do prefeito Ademar Felisky, outra do Daniel Bosi e agora criaram a página da era Dida Oliveira. Minha indignação é por que não continuam com a política de comunicação? Por que não? Dá no que dá colocar gente sem noção na assessoria!

A página que criaram agora é até bem bonitinha, como foi com a gestão anterior, bem feita, com fotinho do prefeito e a máquina limpando vala de m&#%@. Será que nunca ninguém vai continuar o que um começou? Será que vai ser essa guerra toda vida?

Estou discutindo uma coisa bem simples, uma fan page no Facebook, mas isso se retrata nas políticas públicas. A sociedade, a população sempre é o que paga o pato. Nada se constrói em benefício do bem-estar das pessoas, para consolidar as ações do governo, tudo é em favor da causa própria.

A página criada na gestão do Daniel Bosi foi verificada, reconhecida pela rede. Ela é verdadeira! E essa ai agora, é falsa? Eu acho que não houve transição de governo, pois os manos da barroza estão todos perdidos em suas áreas e olha que são tudo macaco velho em suas pasta, não tem nenhum ingênuo ali.

Eu me lembro que em minha época, entreguei um calhamaço de mídias sociais com logins e senhas ao Daniel e ele continuou. O Junior Miglioli, assessor de imprensa na época, fez um bom trabalho no início do mandato do Bosi e gostei do trampo dele. Seria massa resgatar a página anterior da Prefeitura de Ilhota e continuar.

Sei também que a página gerenciada pela administração anteriormente saiu do ar temporariamente atendendo recomendações judiciais pra não rola tretas nas eleições.

Então… seria isso, esse é o meu ponto de vista, minha crítica. Pra finalizar, bem que o Dida poderia mandar um Zap Zap pro Daniel pedir o login e senha e bota pra rodar essa coisa.

Ah! Antes que eu me esqueça, ainda tem algumas mídias importantes como Twitter e o canal no YouTube.

Você se lembra em todos os candidatos a prefeito e vereador que você já votou? Eu me lembro!

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Eu voto desde os meus 16 anos e no ano em que fiz o meu título de eleitor, em 1994, era eleições gerais para presidente e governador, e meu primeiro voto foi pro Lula. Aquela eleição foi em cédula de papel. Nunca votei em branco e nunca anulei meu voto. Aqueles que tem entendimento do processo político, não pode, jamais, jogar o voto fora.

Minha primeira eleição municipal foi em 1996, a última eleição manual. De lá pra cá, foram 5 eleições municipais em que eu depositei meu voto. Compartilho aqui, os candidatos em que escolhi nos pleitos ao longo dos anos e exerci minha obrigação do voto direto e democrático, com o nome, partido e número.

1996
Vereador: Keka Laureno | PMDB – 15615 (não foi eleito, ficou suplente)
Prefeito: Betinho | PDT – 12 (foi eleito)

2000
Vereador: Murilo Cordeiro | PT – 13123 (não foi eleito)
Prefeito: Rogério do PT | PT – 13 (não foi eleito)

2004
Vereador: Calinho | PT – 13713 (não foi eleito)
Prefeito: Ademar Felisky | PMDB – 15 (foi eleito)

2008
Vereador: Calinho | PMDB – 15615 (foi eleito)
Prefeito: Ademar Felisky | PMDB – 15 (foi eleito)

2012
Vereador: Calinho | PMDB – 15615 (não foi eleito, ficou suplente)
Prefeito: Dr. Lucas | PMDB – 15 (não foi eleito)

Em 2016, será a minha sexta eleição e já sei em quem votar. Não estou mais indeciso e votarei novamente em dois candidatos em que já depositei o meu voto, mas com os cargos alternados. 20 anos depois, votarei para o Keka Laureano, mas agora para prefeito. Ao cargo de vereador, depois de 16 anos, irei votar no amigo e irmão, companheiro de muitas lutas Rogério Flor de Souza que uma vez votei para prefeito.

Compartilhe sua opinião e nos diga nos comentários em quem você votou. Abraços!

Tinha de tudo no cerimonial de inauguração da Ponte de Ilhota

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Esse dia foi muito divertido, e histórico para a cidade. Eu estava lá! Nesse dia tinha pipoqueiro, vendedor de balão, senador golpista,ex-prefeitos de #Ilhota, prefeitos de outra cidades, políticos de outros estados (Rio Grande do Sul), helicópteros, imprensa, blogueiros, mulecada das escolas e professores, os camisas vermelhas e os camisas verdes, gente que faltou o serviço, presentinho pra galera que contribuiu com a obra, parentes do padre que levou o nome da ponte, fogos de artifícios, candidatos a vereadores, drones, banheiro químico, vaias e aplausos, uma montuera de coisas. Tinha até faixa de #ForaTemer! Só não tinha bolo e o exército, porque o resto tinha.

Mas assim #champs, uma coisa vou ter que contar (e registrar) aqui… foi tanto foguete que estouraram na inauguração da #PonteDeIlhota que até pensei que iam derrubar ela antes da hora. Estado Islâmico pira com o show pirotécnico de #Ilhota. Foi um show necessário, afinal, não é todo dia que se inaugura uma ponte numa cidade com uma promessa de 50 anos.

Naquele dia, em 2 de setembro, a nossa querida #Ilhota ficou deserta. O pessoal quem não foi pra inauguração da #PonteDeIlhota, foram pra Feirinha do Brás. Aproveitando o resgate desse fato, registro uma coisinha que no domingo passado (28/08) na passeata do 15, o coordenador de campanha disse que tinha mil pessoas naquele desfile. Se todo esse povo na passeata, na inauguração da #PonteDeIlhota tinha um milhão!

Outro coisa que vale deixar registrado é… por tudo o que fez pela cidade, o prefeito Ademar Felisky foi vaiado quando o cerimonialista mencionou o nome dele #QueTriste. Mas justiça seja feito. O prefeito Daniel Bosi reconheceu a luta, empenho e esforço do prefeito Ademar Felisky para realização da obra da #PonteDeIlhota #Parabéns #champs. Muito lindo

Afinal, quanto que custou a obra da #PonteDeIlhota? Qual foi o valor final apicado? Eu não sei! Já pesquisei acessando uns 500 sites de transparência e não achei nada. A impressa e o governo dizem em 38,5 milhões. Será? Duvido! Sobre o custo, o maior financiador da obra da #PonteDeIlhota foi o Governo Federal com 80% do custo total e ainda bem que o Michel Temer foi pra China, se não, ele viria pra #Ilhota, pois essa seria a primeira obra que ele inauguraria como presidente efetivo da nação. #Obrigado Lula!

Terminando o relato desse dia, eu nunca vi na minha vida tanta gente querendo ser o pai da criança. A #PonteDeIlhota acabou de nascer e já tinha fila no cartório do Nelzinho querendo registrar a menina.

Ainda bem que o meu amigo Rudi levou sua maquininha de tirar foto, e registrou essa imagem histórica, essa que ilustra o post. Valeu #champs.

É… não vi ninguém passando pelado sob a #PonteDeIlhota!