Sentimos sua falta como um defensor dos Direitos Humanos

Sentimos sua falta como um defensor dos Direitos Humanos

Anistia Internacional, Dialison, Dialison Cleber, Dialison Cleber Vitti, DialisonCleberVitti, Dialison Vitti, Dialison Ilhota, Cleber Vitti, Vitti, dcvitti, @dcvitti, #dcvitti, #DialisonCleberVitti, #blogdodcvitti, blogdodcvitti, blog do dcvitti, Ilhota, Newsletter, Feed, 2016, ツFaz um tempinho já que a gente sente sua falta como Defens@r da Liberdade. O seu apoio como doador mensal da Anistia Internacional é fundamental para seguirmos com força total, atuando contra as violações de direitos humanos no Brasil e no mundo e transformando a vida de milhares de pessoas. Cada pessoa faz total diferença no nosso trabalho e você é a força imprescindível ao nosso movimento.

Por isso, estamos aqui de braços abertos, convidando você a multiplicar o nosso trabalho novamente, apoiando a Anistia Internacional por meio da doação mensal. Como somos independentemente de qualquer governo, ideologia, política, interesse econômico ou religião, dependemos de pessoas como você para continuar a luta em defesa dos direitos humanos no Brasil e no mundo.

Nesse meio tempo, a gente conseguiu muitos motivos para celebrar o apoio de pessoas como você. E temos certeza que com você ao nosso lado nosso impacto será ainda maior. Olha só o que já conquistamos só em 2019.

Fevereiro
Depois de passar 76 dias detido na Tailândia, o jogador de futebol Hakeem al-Araibi pôde retornar à sua casa em Melbourne, na Austrália, no dia 12 de fevereiro. O jogador, nascido no Bahrein, havia sido detido na chegada a Bangcoc, na Tailândia, em 27 de novembro de 2018, devido a um aviso incorreto da Interpol. Uma campanha lançada pela Anistia Internacional e outros grupos para libertar o atleta, um crítico das autoridades do Bahrein, cresceu para o movimento #SaveHakeem, abrangendo três continentes, envolvendo jogadores de futebol, atletas olímpicos e celebridades, atraindo o apoio de mais de 165.000 pessoas.

Março
Pouco antes do aniversário de um ano do assassinato de Marielle Franco, uma proeminente defensora dos direitos humanos do Brasil, a polícia prendeu duas pessoas ligadas a sua morte. É um sinal de progresso real no caso, pelo qual a Anistia Internacional vinha fazendo campanha há um ano, e segue empenhada na busca por respostas sobre os mandantes e as motivações do crime. 

Agosto
Durante décadas, a Anistia Internacional destacou a discriminação desenfreada enfrentada por mulheres na Arábia Saudita sob o sistema repressivo de tutela masculina do país. Em agosto, a Arábia Saudita anunciou grandes reformas para aliviar algumas das principais restrições impostas às mulheres, incluindo o direito de obter um passaporte que lhes permita viajar sem a permissão de um guardião do sexo masculino. As mudanças também concedem às mulheres o direito de registrar casamentos, divórcios, nascimentos e óbitos, e obter registros familiares.

Junte-se a nós novamente como Defens@r da Liberdade. Ajude-nos a transformar mais vidas, conquistar novas vitórias e ter muito mais motivo para comemorar.

Um grande abraço, 
Anistia Internacional Brasil

Quem matou e quem mandou matar Marielle? As investigações devem continuar!

Quem matou e quem mandou matar Marielle

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Somos muitos – foram mais de 800 mil assinaturas em mais de 45 países! Mas nossa voz só tem poder quando está junto com a sua. Por isso, queremos que você se junte a essa mobilização. Vamos mostrar ao governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, e também ao Procurador Geral do Estado do Rio de Janeiro, Eduardo Gussem, que nós seguiremos acompanhando o caso e mobilizando pessoas até que tenhamos as respostas: quem mandou matar Marielle Franco? E por que?

Há mais ou menos um mês atrás, no dia 12 de março, duas pessoas foram presas e acusadas de terem participado do assassinato de Marielle e Anderson. No dia seguinte, 13 de março, representantes da Anistia Internacional e familiares de Marielle Franco se reuniram com o Governador do Estado do Rio de Janeiro Wilson Witzel e o Procurador Geral do Ministério Público do Rio de Janeiro Eduardo Gussem. Eles se comprometeram a garantir que as investigações irão seguir até que todos os envolvidos, inclusive os autores intelectuais, sejam identificados.

A prisão de duas pessoas suspeitas de serem os assassinos de Marielle Franco e Anderson Gomes foi um passo importante e eles devem ser levados à justiça em um julgamento justo. Mas as investigações não podem parar até que se saiba quem são todos os envolvidos no assassinato, incluindo os autores intelectuais.

Quer fazer mais? Compartilhe em suas redes sociais o link da petição e convide sua rede a se mobilizar pelo caso!

Anistia Internacional

Você já pensou em mudar o mundo?

Projeto Banana-Terra

Você quer mudar o mundo?

Por acreditar e reconhecer o poder da nossa juventude, o Projeto Banana-Terra, uma parceria entre os escritórios brasileiros da Anistia Internacional e do Greenpeace, busca desenvolver e estimular jovens a combater práticas que agridam o meio ambiente e violações de direitos humanos, através do ativismo.

Estamos lançando o manual Semeando Poder – Um Guia Para Mudar o Mundo, que contém todo o conteúdo que oferecemos durante as oficinas do Projeto Banana-Terra nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste do país.

Acreditamos que você vai gostar muito deste manual, porque ele apresenta alguns passos e ferramentas que passamos nas oficinas e pode ajudar qualquer pessoa interessada em criar, planejar e colocar em prática projetos que promovam as mudanças que ela deseja. Ou seja, ele foi feito para pessoas como você! 

Você pode baixar o manual de graça e conhecer mais sobre o Projeto Banana-Terra em www.bananaterra.org.br.

E se conhece outra pessoa que você tem certeza que pode mudar o mundo, não se esqueça de compartilhar este material com ela também! Quem sabe o seu empurrãozinho não é o que falta para ela dar o primeiro passo?

Princípios dos Direitos Humanos

primeiros passos para promover e reivindicar os direitos humanos

Veja abaixo os princípios dos direitos humanos. É importante lembrar que esses princípios são as principais qualidades de todos os direitos humanos. Eles também podem ser vistos como aspirações e objetivos finais do sistema de direitos humanos.

Igualdade & Não Discriminação:
Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e direitos, todos e todas temos igual capacidade de gozar nossos direitos humanos sem discriminação, qualquer que seja nossa nacionalidade, local de residência, sexo, origem nacional, étnica ou social, cor, religião, identidade de gênero ou qualquer outra condição.

Interdependência, Inter-relacionamento & Indivisibilidade:
Todos os seres humanos têm direito a todos os direitos humanos. A garantia de um direito humano facilita a garantia dos outros. Da mesma forma, a privação de um direito humano muitas vezes afeta negativamente os outros.

Universidade:
Todos os seres humanos, em todo o mundo, têm direitos humanos. Embora seja importante ter em mente o significado de particularidades nacionais, regionais e culturais, é dever de todos os Estados promover e proteger todos os direitos humanos (principalmente em seu território e para todas as pessoas sob sua jurisdição).

Inerência:
Todos nascemos com direitos humanos. Os direitos humanos não podem ser dados, comprados, ganhos ou herdados.

Inalienabilidade:
Os direitos humanos não podem ser retirados, renunciados ou trocados. Ninguém tem o direito de privar outra pessoa de seus direitos ou de desistir de seus direitos por qualquer motivo.

Anistia Internacional

Formas de promover os Direitos Humanos na sua comunidade

FORMAS DE PROMOVER OS DIREITOS HUMANOS NA SUA COMUNIDADE

Você é capaz de escolher entre um conjunto de habilidades ou pontos fortes que poderiam ser usados para promover os direitos humanos, sendo assim, você irá explorar ideias de como pode promover os direitos humanos na sua comunidade.

Quando estiver agindo em favor dos direitos humanos, não se esqueça de pesquisar como já atuam as organizações de direitos humanos próximas de você. Pode ser mais eficaz unir forças com outros, em vez de duplicar ou enfraquecer sem querer os esforços de iniciativas existentes. Em todo caso, certifique-se de que suas ações não prejudiquem ninguém no seu contexto específico.

Abaixo estão algumas forças e habilidades que você pode usar para promover os direitos humanos na sua comunidade.

  1. PESQUISA DE FATOS – Pesquise sobre os fatos e compartilhe o que descobriu.
    1. Esteja informado e atualizado com relação aos direitos humanos.
    2. Participe de outras formações, oficinas e cursos sobre questões de direitos humanos – presenciais ou pela internet. Convide seus colegas e amigos para participar com você. Discutam o que aprenderam e porque isso é importante.
    3. Produza um boletim informativo para a comunidade, apresentando os assuntos cotidianos a partir da perspectiva dos direitos humanos.
  2. SEJA DIPLOMÁTICO – Comece um diálogo, inicie um debate sobre Diretos Humanos.
    1. Debata sobre as questões atuais e os desafios de direitos humanos com amigos e colegas, principalmente com pessoas que têm opiniões diferentes das suas.
    2. Questione aqueles amigos e familiares que fazem piadas racistas ou discriminatórias em casa. Às vezes pode ser difícil argumentar com as pessoas mais próximas de nós, mas você sempre poderá explicar para elas o que você sente quando elas fazem esses comentários e como eles afetam a vida de outras pessoas.
  3. TENHA CORAGEM – Assuma uma posição na sua vida cotidiana.
    1. Quando você presenciar uma agressão verbal de natureza racista, na rua ou no transporte púbico, não se cale nem fique passivo. Tente confortar a pessoa que está sendo alvo da agressão, iniciando uma conversa com ela – ignorando o agressor. Sua coragem será inspiração para que outros façam o mesmo.
    2. Quando você perceber que alguém não está sendo tratado com dignidade, seja um colega de classe sofrendo bullying ou um amigo ou amiga sendo discriminado por ser quem é, manifeste-se em sua defesa. Mostrar solidariedade e coragem quando necessário pode fazer muita diferença.
  4. EDUQUE OUTRAS PESSOAS E DEMONSTRE EMPATIA – Envolva-se no seu bairro.
    1. Apoiando aquelas pessoas no seu bairro que vivem à margem da sociedade – pessoas que estão morando na rua, que são refugiadas ou buscam asilo, que têm pouca ou nenhuma renda. Visitar um albergue ou centro de refugiados, por exemplo pode ajudar a derrubar algumas barreiras e preconceitos, além de levar conforto às pessoas visitadas.
    2. Dar apoio à educação de crianças ou de jovens que vivem em contexto social crítico, ajudando-os a recuperar os atrasos ou tirar o melhor proveito do sistema educacional. Ajudar outras pessoas a progredir pode ser uma experiência muito gratificante.
    3. Ofereça ajuda a imigrantes ou refugiados recém-chegados a sua cidade; ajude-os com atividades básicas como usar o transporte público, preencher formulários, vencer dificuldades burocráticas, etc. Prepare imigrantes para os exames de concessão de cidadania.

Anistia Internacional

Quer participar da construção da ação Derrube o Muro do Trump?

Quer participar da construção da ação Derrube o Muro do Trump

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Você lembra a ação “Derrube o Muro” do Trump, que a Anistia Internacional lançou, em maio deste ano, para chamar a atenção às práticas desumanas do governos norte-americano? Políticas que incluem desde detenção arbitrária de mulheres, homens e crianças requerentes de asilo a rejeições e retornos ilegais de pessoas em risco na fronteira, e que violam tanto a lei dos EUA como a internacional. Agora, sua opinião sobre essa ação é crucial!

Através do site Derrube o Muro e da ação que fizemos no Largo da Carioca, no Rio de Janeiro, nós convidamos nossos apoiadores e o público brasileiro em geral a se mobilizarem contra essas políticas cruéis e a favor de milhares de mulheres, crianças e homens em risco.

A ação ainda não alcançou a visibilidade necessária para ampliarmos essa importante mensagem, e é aí que você entra. Vamos nessa?

A gente quer a sua opinião em mais este esforço conjunto! Queremos saber o que você achou do site que lançamos; da dinâmica de “derrubar o muro”; dos casos relatados; e da ação que fizemos na rua. Veja os vídeos que gravamos da ação no Largo da Carioca AQUI.

Clicando no botão abaixo, você responde a nossa pesquisa e nos ajuda a construir esta importante mobilização.

Podemos contar com o seu apoio? Então, clique aqui contribuir na construção desta ação.

Juntos e juntas, somos mais fortes. 

Leanne Neale
Diretora de Captação de Recursos
Anistia Internacional Brasil

[Curso] Inscreva-se no curso online gratuito sobre direitos humanos

Curso online gratuito sobre direitos humanos

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Todo mundo quer ter direito à educação, à saúde, ao trabalho remunerado, à moradia, ao lazer, à liberdade religiosa e de expressão… porque eles garantem uma vida digna. Já parou para pensar que desde a hora em que acorda até a hora de dormir você utilizou vários desses direitos? E que, por vezes, é impedida ou impedido de exercê-los? É para essa conversa que eu quero te convidar 😉

Olha que legal! A Anistia Internacional possui uma plataforma online que oferece cursos gratuitos sobre diversos temas de Direitos Humanos. Milhares de pessoas em todo o mundo já utilizaram a plataforma Amnesty Academy, e eu quero que você seja a próxima pessoa a se envolver.

O curso Uma Introdução aos Direitos Humanos já está disponível em português. Nele, você aprende sobre a história dos Direitos Humanos, sobre quais são esses direitos e quem deve protegê-los, bem como sobre a importância do trabalho de defensoras e defensores de direitos humanos. Vamos nessa? Ah, e se você completar o curso, ainda ganha um certificado no final. Acesse esse link e inscreva-se no curso!

Agradecemos seu interesse!

Siga as instruções abaixo e se inscreva-se agora mesmo no curso “Introdução aos Direitos Humanos”!

  1. Acesse o site academy.amnesty.org/learn. Selecione a opção de idioma “portuguese BR”.
  2. Caso ainda não tenha cadastro, faça seu registro no site.  Se já tiver cadastro, faça login com nome de usuário e senha.
  3. No momento do cadastro, lembre de marcar sua opção de preferência de idioma novamente.
  4. Após cadastro e login,  acessar o catálogo de cursos (“course catalog”).
  5. No catálogo de cursos, selecionar filtro de sua preferência. Sugere-se que faça a escolha por opção de idioma.
  6. Feita a escolha pelo idioma “portuguese BR”, será exibida no site a opção do curso introdutório aos direitos humanos.

Fique de olho na sua caixa de entrada.  Entraremos em contato para compartilhar mais instruções de acesso.

Por uma educação libertadora!
Anistia Internacional do Brasil

Curso gratuito sobre “Introdução aos Direitos Humanos”

Trump permite que crianças deem seus primeiros passos atrás das grades!

O muro de Trump

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Nesse momento, milhares de famílias que buscam segurança nos EUA, em vez de serem acolhidas pelo governo Trump, estão sendo mantidas por meses a fio em centros de detenção, sem acesso a advogados ou tradutores.

Pais com crianças pequenas estão vendo seus filhos aprenderem a falar, engatinhar e dar seus primeiros passinhos atrás das grades, longe dos cuidados básicos de que todas as crianças precisam.

Crianças como o menino Josué, que passou mais da metade de sua vida em detenção, aprendendo a andar e a falar em confinamento. Ele e sua mãe de 28 anos, Teresa, fugiram de ameaças de sequestro e de agressão física e sexual em Honduras, e chegaram aos EUA em busca de asilo. Eles foram presos no Centro de Detenção Berks County, na Pensilvânia, por mais de 16 meses. DERRUBE O MURO DO TRUMP.

Desde que foi eleito, o Presidente Trump ameaça construir um muro ao longo da fronteira dos EUA com o México e faz de tudo para desmantelar totalmente o sistema de asilo dos EUA, violando a lei dos EUA e a internacional, e causando sofrimento extremo às pessoas em risco.

Não podemos podemos fechar os olhos para o sofrimento de milhares de pessoas em risco! Juntos e juntas, temos o poder de lutar para que os direitos dessas pessoas que buscam asilo nos EUA sejam protegidos.

Na semana do Dia Mundial dos Refugiados (20/06), ajude a Anistia Internacional a derrubar esse muro de violações e a exigir que o presidente Trump dê esperança às centenas de pessoas que buscam segurança nos EUA.

Acesse este link, selecione tijolo por tijolo e ajude-nos a derrubar esse muro desumano e a transformar a vida de milhares de pessoas em risco. Centenas de pessoas já derrubaram. Só falta você! Clique neste link e coloque esse muro de violações abaixo.

Com esperança, 
Anistia Internacional Brasil

Seu “textão” seria crime?

Liberdade para Atena

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Atena sonha com o fim da pena de morte no Irã e publicava textos nas redes sociais criticando a altíssima incidência de execuções no país. Participava de panfletagem e protestos pacíficos contra as execuções. Ações que parecem simples mas que no Irã demandam muita coragem.

Essas atividades foram citadas como “evidências” de atividade criminosa em um julgamento que a sentenciou a sete anos de prisão. Seu julgamento foi uma farsa – levou apenas 15 minutos e ela foi condenada por acusações forjadas, incluindo “reunir-se e conspirar para cometer crimes contra a segurança nacional”. Na cadeia, sofre todo o tipo de maus-tratos: é espancada e confinada em solitária constantemente.

Hoje, 27 de março, Atena Daemi completa 31 anos e ela deveria estar livre para celebrar seu aniversário e para seguir lutando por direitos humanos no Irã. Assine a petição e exija a libertação de Atena imediata e incondicionalmente.

Lutar pelos direitos humanos não é crime. Vamos exigir a liberdade de Atena para que sua potente voz continue somando na luta contra a pena de morte no Irã.

“Eu vou defender os direitos de minhas irmãs até meu último suspiro. Prefiro morrer a ser uma escrava da opressão.” – Atena, em carta escrita dentro da prisão em abril de 2017.

Deseje feliz aniversário para Atena! Vamos demonstrar apoio a essa corajosa iraniana.

Anistia Internacional Brasil

Seja um defensor da liberdade enquanto ainda temos tempos

Seja um defensor da liberdade

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Tenho certeza que você não vai acreditar quando eu te contar o que vi no México. Eu não posso te mostrar os rostos das pessoas que conheci. Não é seguro para elas. Mas a foto acima diz tudo sobre o sofrimento que eles e elas estão enfrentando neste momento.

Em Tijuana, eu visitei crianças e famílias que tiveram o acesso negado a proteções de refúgio e que vivem no esquecimento – alojadas em abrigos lotados e perigosos e, com muita frequência, forçosamente separadas de seus familiares. Conheça a história horrível desta mãe é tragicamente comum por lá:

Eles me disseram: ‘você não tem nenhum direito aqui e você não tem nenhum direito de ficar com seu filho’. Para mim, eu morri naquele momento. Eles arrancaram meu coração de mim. Como pode uma mãe não ter o direito de estar com o seu filho?

A administração Trump está fazendo o possível para tornar a situação na fronteira insuportável. Ajude-nos a proteger famílias vulneráveis ​​que buscam segurança nos EUA.

Em 2017 e 2018, a Anistia Internacional realizou extensas pesquisas de base sobre a situação dos requerentes de asilo nos Estados Unidos e na fronteira EUA-México. Mas sem o seu apoio, nossa equipe não poderá mais documentar como os EUA estão cometendo flagrantes violações de direitos humanos contra pessoas que buscam asilo no país.

Agora é o momento de mudarmos esta situação. Nós não podemos virar as costas para esse sofrimento, Dialison. Há crianças, mães e pais que precisam de proteção, e não de mais violência. Políticas que tratem as famílias com dignidade, justiça e respeito devem ser criadas. Precisamos do apoio de pessoas como você para fazer a diferença na vida de milhares de pessoas.

Portanto, amigo, estamos muito chocados com o que vi e sei que você também estaria. É por isso que estou te convidando hoje a se juntar a nós como Defensor da Liberdade. A sua doação mensal fortalece a nossa pressão para que as autoridades dos EUA parem com o retorno ilegal de solicitantes de asilo; acabe com os maus-tratos na detenção de imigrantes e com as políticas devastadoras como a separação de familiares.

Não devemos abandonar aqueles que viajaram para a fronteira em busca de proteção. Por favor ajude!

Obrigado pela sua generosidade.

Com esperança,
Margaret Huang
Diretora executiva da Anistia Internacional EUA