A revolta dos Yellow Blocs

 A Copa do Mundo vista do camarote VIP

Como é a Copa do Mundo para os reis do camarote? O que a elite mais instruída do país está achando do mundial? O que eles comem? Vestem? Pensam? Como é a vida dentro deste aquário VIP, verde e amarelo. Mas como fede mesmo essa gente… Cazuza tinha razão, pois ele conviveu nesse meio. Embora ainda desconfio que essas pessoas são atores e fizeram esse vídeo só pra causar! Assista ao vídeo e depois vomite comigo. Leia o que foi publicado na página podre do PiG Folha de São Paulo do coro anti-Dilma na abertura da Copa do Mundo 204 que rechiaram as festas dos Yellow Blocs.

 

Radicalização eleitoral durante a Copa revive padrão Fla-Flu

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Os insultos à presidente da República neutralizaram todas as emoções provocadas pelo hino nacional cantado à capela por 60 mil torcedores na abertura da Copa. Civismo sem civilidade é escárnio, fraude, embromação.

Aquele momento que se pretendia glorioso, inesquecível, resultou estúpido, degradante. Discordância se expressa no voto, não na vaia. Ao direito de manifestar-se deve corresponder o dever de respeitar o outro. Afrontar a chefe da nação equivale a afrontar o que ela representa – a própria nação.

Aqueles que entoaram – também à capela – o ultraje contra Dilma não merecem a democracia conquistada com tanto sacrifício. Não merecem a Copa cuja conta ainda não está paga. Não merecem a condição de cidadãos. Ricos, pobres ou remediados – não importa a classe social – são, antes de tudo, marginais: excluíram-se da comunidade moral e espiritual que se tenta construir há 514 anos nesta terra.

Faltou um gesto reparador: alguém deveria ter pedido desculpas à presidente Dilma Rousseff. A oposição, os presidenciáveis, os chefes dos demais poderes, a imprensa como instituição (embora jornalistas individualmente tenham reagido à altura), algum gesto ou palavra de repúdio deveria ter sido registrado.

Temporada de gala

O desagravo, em compensação, foi desastroso. Na pressa em atalhar os possíveis desdobramentos ou, pior, pretendendo aproveitar politicamente o episódio, o presidente Lula apelou para um recurso no qual tem sido exímio – o paroxismo. No caso, totalmente inapropriado. Ao acusar a imprensa de ser responsável pela criação do clima que produziu a injúria, o experimentado mitingueiro substituiu o natural sentimento de solidariedade com a vítima por uma fúria belicosa aleatória, muito menos eficaz.

A velha cantilena contra a imprensa esvaziou o clima de simpatia e colocou tudo no ringue eleitoral onde, geralmente, há pouco espaço para generosidades, galantarias e, sobretudo, bons modos.

Fazer da imprensa o bode expiatório de todos os males é uma tentação fácil, desgastada. Não traz votos e aumenta as tensões. Tensões é o que menos precisa o governo. No caso da Copa, a acusação aos meios de comunicação é flagrantemente injusta: têm sido bastante cooperativos e úteis ao governo. Mais rigorosos e exigentes, teriam evitado grandes vexames. Preferiram agir como promotores do “clima de Copa” e estão sendo regiamente pagos por meio do patrocínio das empresas públicas às suas coberturas.

Para deixar boas impressões e imagem (sobretudo no exterior), esta temporada de gala do futebol exige comportamentos à altura. Transformá-la numa briga de galos ou num Fla-Flu de várzea será um enorme desperdício.

Publicado e chupado do Observatório da Imprensa

Pastor Silas Malafai condena o xingamento a Dilma

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Durante a festa de abertura da Copa do Mundo o público presente na Arena Corinthians, em São Paulo, iniciou um coro com xingamentos e insultos a presidente Dilma Rousseff , que estava presente nas tribunas. No momento em que a cerimônia começou, o estádio estava com milhares de assentos vazios, com longas filas nos bares e restaurantes, e com queixas de torcedores que diziam ter dificuldade para encontrar suas cadeiras, a festa teve um início morno.

Pastor Silas comentou:

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Não posso em hipótese alguma concordar com nenhum tipo de excesso. Não aceito que a figura de uma presidente da república seja enxovalhada do jeito que a torcida fez. Precisamos entender que tudo tem um limite. A questão é que a Dilma está revestida do mais alta cargo da nação que é o de presidente da república.  Não é simplesmente xingar uma pessoa, e sim menosprezar o mais alta cargo que nos representa. Fazer manifestações contra os gastos bilionários da copa do mundo, realizar manifestações contra a corrupção do governo, são questões de direitos de cidadania, mas como disse ainda pouco, tudo tem um limite.  Como não podemos aceitar quebra-quebra, também não podemos aceitar que a figura da presidente da república seja ofendida no nível que foi no jogo de abertura da copa do mundo.  Mil vezes não!  Isto não é coisa de gente que quer ter direitos e participar de um estado democrático pleno.

Agressão a Dilma choca Maradona e diz que vaia é absurdo

Diego Armando Maradona, Dialison Cleber Vitti, Dialison Cleber, Dialison Vitti, Dialison, Cleber Vitti, Vitti, #DialisonCleberVitti, @dcvitti, dcvitti, #blogdodcvitti, Ilhota, 2014

O cara é humilde!

O craque argentino Diego Armando Maradona foi ao Itaquerão, assistiu ao jogo entre Brasil e Croácia, mas se declarou escandalizado com as agressões dirigidas por parte da torcida brasileira à presidente Dilma Rousseff por parte da torcida. “Absurdo, absurdo”, afirmou à coluna da jornalista Mônica Bergamo.

Maradona, que é simpatizante da esquerda latino-americana e foi amigo pessoal de Hugo Chávez, disse que não pretende assistir a outros jogos no estádio. “É uma vergonha. Eu não vou assistir a mais nenhuma partida nos estádios. Eu vou ver no hotel, pela televisão”, afirmou.

Durante a partida, ele torceu pelo Brasil e acertou o placar de 3 a 1 para a seleção canarinho.

Aécio Neves volta atrás e muda discurso sobre ofensas a Dilma

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Se na quinta-feira, pouco tempo após o jogo de abertura da Copa do Mundo, o presidenciável tucano Aécio Neves disse que as vaias e ofensas contra a presidente Dilma Rousseff do PT representavam “o sentimento dos brasileiros em relação ao governo”, na sexta-feira 13, ele condenou o ato e pediu que sejam estabelecidos “os limites do respeito pessoal”.

Disse ele:

Sobre as vaias que ocorreram, ontem, na abertura da Copa do Mundo: Ninguém mais do que eu tem criticado o governo da presidente Dilma. Uma crítica política de quem não concorda com os rumos que o governo vem dando ao país. Mas, por mais compreensível que seja o sentimento dos brasileiros, acredito que a sua manifestação deve se dar no campo político sem ultrapassar os limites do respeito pessoal. No que depender de mim, o debate eleitoral se dará de forma democrática e respeitosa.

Onde estavam os covardes?

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Onde estavam ontem os políticos que festejaram a escolha do Brasil como sede da Copa do Mundo de 2014? Onde estavam: Lula, Sérgio Cabral, Eduardo Campos, Aécio Neves, José Serra, Jaques Wagner, Yeda Crusius, Cid Gomes, Carlos Eduardo de Sousa Braga, Wilma de Faria, Roberto Requião, José Roberto Arruda, Blairo Maggi? Onde estava Marina Silva que queria uma sede no Estado dela, o Acre? Onde estavam os prefeitos, senadores, deputados, ancoras de televisão e rádio que queriam tanto a Copa do Mundo? Onde estavam os prefeitos e governadores responsáveis pelas obras exigidas pela Fifa? Ontem, (12/06) coube a uma única mulher receber toda a agressão de uma torcida rica e privilegiada que conseguiu ingressos para o jogo de abertura em São Paulo. Uma elite raivosa que não perde a chance de destilar seu ódio de classe, seus preconceitos e sua falta de educação. Parabéns, presidenta Dilma, você não se escondeu nos palácios da República como fizeram os governadores, inclusive o senhor Geraldo Alckmin.

Artigo de Florestan Fernandes Jr. Publicado na fanpage Histórias da Esquerda

Abertura da copa também é o dia internacional contra o trabalho infantil

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Nesta quinta-feira (12), além da abertura da Copa do Mundo, também é importante lembrar do Dia Internacional contra o Trabalho Infantil. A Organização Internacional do Trabalho (OIT) aproveita a data para lançar mundialmente mais uma edição da campanha “Cartão vermelho para o trabalho infantil”. Vale lembrar, que entre as muitas críticas ao megaevento da FIFA, está o possível aumento da exploração e do trabalho infantil.

Segundo a OIT, cerca de 168 milhões de crianças são vítimas deste problema no mundo. São meninos e meninas sem o direito a uma vida de criança, que são impedidos de crescerem em um ambiente onde recebam carinho, educação e, mais importante, passando para a fase adulta da vida no momento certo. A campanha convoca todas as pessoas a lutarem pelos direitos destas crianças.

De acordo com o Programa Internacional para a Eliminação do Trabalho Infantil (IPEC), da OIT, mais da metade das crianças vítimas da exploração do trabalho infantil são muito jovens para qualquer tipo de trabalho, o que coloca em risco sua integridade física. Além disso, cerca de 85 milhões de jovens entre cinco e 17 anos trabalham em locais que põem em risco suas vidas, como é o caso de fábricas e minas. Outras mais de 5 milhões de crianças são vítimas da escravidão moderna, sendo recrutadas contra sua vontade como soldados de exércitos governamentais ou em milícias.

Fonte Pulsar/Adital

Sonegação de impostos ultrapassa em 25 vezes gastos com a Copa

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Sonegação de impostos no Brasil ultrapassa em 25 vezes os gastos com a Copa do Mundo. Em um ano, R$ 415 bilhões foram sonegados, dinheiro suficiente para fazer mais de dez milhões de casas populares.

A sonegação de impostos no Brasil ultrapassou em 25 vezes os gastos com as construções das arenas para a Copa do Mundo, uma cifra de cerca de R$ 200 bilhões correspondente aos cinco primeiros meses do ano, segundo dados do “Sonegômetro”, coordenado pelo Sindicato Nacional dos Procuradores da Fazenda Nacional (Sinprofaz).

Com a campanha “Quanto custa o Brasil pra você?”, a entidade defende que todos perdem a sonegação fiscal. “Estamos sempre falando sobre a alta carga tributária, mas também precisamos discutir o efetivo combate à sonegação e um sistema de cobrança mais justo para com os que ganham menos”, afirma o presidente do Sinprofaz, Heráclio Camargo.

Segundo o sindicato, R$ 200 bilhões seriam suficientes para beneficiar mais de 2,7 milhões 2,7 bilhões de pessoas com o Bolsa Família ou na construção de cinco milhões de casas populares. O monitoramento foi lançado em 2013 e fechou o ano na marca de R$ 415 bilhões.

“A mesma administração que comemora um recorde de arrecadação – foram R$ 123 bilhões só no primeiro mês do ano, de acordo com a Receita Federal – já deixou de recolher quase que o mesmo valor por não cobrar de maneira mais eficaz os grandes devedores de impostos”, explica Camargo.

O estudo encomendado pelos procuradores da Fazenda mostra que se não houvesse sonegação, o peso dos tributos poderia ser reduzido em 28,2% e manter o mesmo nível de arrecadação.

Chupado do Pragmatismo Político

Você sabia que novas leis podem criminalizar a liberdade de expressão no Brasil

Novas leis podem criminalizar a liberdade de expressão no Brasil

As novas propostas legislativas sobre ‘terrorismo’ e ‘desordem’, que estão sendo discutidas no Congresso Nacional, põem em risco liberdade de expressão e o direito à reunião pacífica. Os novos ‘crimes’ podem ser utilizados para criminalizar cidadãos que comparecerem aos protestos

O alerta é da ONG defensora dos direitos humanos mais influente do planeta, a Anistia Internacional. Devido à sua relevância, transcrevo-a na íntegra:

“A proposta legislativa PL 499/2013, que define o crime de ‘terrorismo’ para a legislação criminal brasileira, está em vias de ser votada no Senado. A maneira como ‘terrorismo’ é definido por meio dessa proposta é extremamente vaga e por isso pode ser utilizada para ilegalmente restringir direitos humanos: ‘Provocar ou infundir terror ou pânico generalizado mediante ofensa ou tentativa de ofensa à vida, à integridade física ou à saúde ou à privação da liberdade de pessoa’

Outra proposta em discussão seria a tipificação do crime de ‘desordem’, com o objetivo de controlar protestos em geral. A atual proposta, de forma geral, define”desordem”de maneira vaga e contém artigos que poderiam ensejar a criminalização de quaisquer cidadãos que estiverem participando de uma manifestação pública, até mesmo se eles não estiverem envolvidos com atos ilegais. Ela proíbe também o uso de máscaras durante ou imediatamente após manifestações públicas, protestos e reuniões.

Tanto em junho de 2013, durante a Copa das Confederações, quanto em outubro de 2013, durante a greve dos professores, centenas de milhares de pessoas fizeram parte de maciços protestos, espalhados por todo o país. Os protestos foram duramente reprimidos pela polícia, que se utilizou excessiva e desnecessariamente da força em muitos casos, assim como algumas vezes deteve manifestantes ilegalmente.

Isso levou ao aumento da violência e dos confrontos com a polícia, durante os quais diversas pessoas foram feridas. As leis já existentes que têm sido utilizadas para imputar crimes a participantes de protestos, como a Lei de Organizações Criminosas e a Lei de Segurança Nacional, serviram para que diversas pessoas fossem criminalmente acusadas por nada mais do que o exercício legal do direito humano à participação pacífica em protestos.

As novas propostas legislativas são de conteúdo vago e apresentam um claro e imediato risco de promover a criminalização de manifestantes pacíficos e de seus direitos à liberdade de expressão e à reunião pacífica. Para que sejam legais, propostas de leis que restringem os direitos de liberdade de expressão e de manifestação pacífica devem ser formuladas com suficiente precisão a fim de que permitam que as pessoas regulem suas condutas de acordo com as mesmas, e não podem permitir irrestrita discrição para os responsáveis por sua aplicação.

Por favor, escreva imediatamente em inglês, português ou em seu idioma:

  • Exortando o Senado brasileiro a rejeitar a proposta da PL 499/2013 que define o crime de ‘terrorismo’;
  • Exortando o Congresso brasileiro a não aprovar nenhuma lei referente aos crimes de ‘terrorismo’ e ‘desordem’ que se utilize de termos que possam criminalizar os direitos à liberdade de expressão e manifestação pacífica; e
  • Clamando ao governo brasileiro que tome as medidas apropriadas a fim de garantir que os diretos à liberdade de expressão e de manifestação pacífica sejam garantidos, sob o espectro da Constituição Brasileira, incluindo a segurança dos manifestantes.”

Observações

Eis os endereços virtuais das autoridades (Renan Calheiros e Aloizio Mercadante) para as quais a Anistia Internacional pede que sejam enviadas tais mensagens: renan.calheiros@senador.gov.br ou @RenanCalheiros_; e casacivil@presidencia.gov.br  ou @CasaCivilBR.

Celso Lungaretti

Congresso em Foco

Editado por Folha Política

Esclarecimentos sobre investimentos do governo federal para a Copa do Mundo

PiG partido de Paulo Henrique Amorim

A matéria veiculada pelo Portal UOL na manhã deste domingo (23), assinada por Rodrigo Mattos e Vinicius Konchinski, distorce informações, faz relações incorretas e induz o leitor a uma interpretação errada dos fatos. Cabe esclarecer o seguinte:

  • Não há um centavo do Orçamento da União direcionado à construção ou reforma das arenas para a Copa.
  • uma linha de empréstimo, via BNDES, com juros e exigência de todas as garantias bancárias, como qualquer outra modalidade de crédito do banco. O teto do valor do empréstimo, para cada arena, é de R$ 400 milhões, estabelecido em 2009, valor que permanece o mesmo até hoje. O BNDES tem taxas de juros específicas para diversas modalidades de obras e projetos. O financiamento das arenas faz parte de uma dessas modalidades.
  • Não houve qualquer aporte de recursos do Orçamento da União nos últimos anos para a Terracap (Companhia Imobiliária de Brasília). Portanto, a matéria do UOL está errada. Não há recurso algum do Orçamento da União para a obra de nenhuma das arena, o que inclui o Estádio Nacional Mané Garrincha.
  • Isenções fiscais não podem ser consideradas gastos, porque alavancam geração de empregos e desenvolvimento econômico e social, e são destinadas a diversos setores e projetos. Só as obras com as seis arenas concluídas até agora geraram 24.500 empregos diretos, além de milhares de outros indiretos, principalmente na área da construção civil.
  • É importante reforçar que todos os investimentos públicos do Governo Federal para a preparação da Copa 2014 são em obras estruturantes que vão melhorar em muito a vida dos moradores das cidades. São obras de mobilidade urbana, portos, aeroportos, segurança pública, energia, telecomunicações e infraestrutura turística.
  • A realização de megaeventos representa para o país uma oportunidade para acelerar investimentos em infraestrutura e serviços, melhorando as cidades e a qualidade de vida da população brasileira. Os investimentos fortalecem a imagem do Brasil, de seus produtos no exterior e incrementa o turismo no país, gerando mais empregos e negócios para o povo brasileiro.

Ministério do Esporte
Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão