Documentário retrata a vida de um dos maiores fotógrafos do século XX

O documentário “Henri Cartier-Bresson – só amor”, dirigido pelo cineasta Raphael O’Byrne mostra de uma maneira cômica e surpreendente a trajetória daquele que é considerado por muitos o “pai da fotografia” e o maior fotógrafo de todos os tempos.

O documentário exibe momentos importantes da vida de Bresson: sua primeira câmera e a criação da agência de fotografia Magnum. No filme também são mostrados os fotógrafos e artistas que Bresson se inspirou como Martin Munkacsi e Klavdij Sluban, além da influência de outras artes, como a pintura, o cinema e a música clássica. O mestre Henri Cartier-Bresson morreu em 2004 aos 95 anos de idade e dedicou sua vida para registrar o espaço e o tempo em preto e branco.

O documentário tem duração de 110 minutos, é legendado e é uma aula de fotografia e cultura de um dos maiores artistas do século XX.

Série da Netflix mostra o modo de trabalhar de fotógrafos ao redor do mundo

A série possui 3 temporadas (12 episódios), foi lançada em 2015 e foi produzida pela Canon Austrália em colaboração com a National Geographic. A série acompanha 5 fotógrafos e mostra como eles fazem para capturar imagens impressionantes de pessoas, animais e culturas em ângulos inéditos em várias partes do planeta. Vale a pena “maratonar” e acompanhar as aventuras desses profissionais e sua forma única de contas histórias. Assista abaixo os trailers!

12 dúvidas comuns sobre seguro de equipamentos fotográficos

Canon EOS 5

Não importa qual segmento de fotografia você atua, ter o seguro dos seus equipamentos fotográficos é essencial para garantir a segurança do seu investimento profissional e também dos seus clientes. Neste artigo, a Fotoseg, corretora especializada na comercialização de seguros para equipamentos de foto, vídeo, acessórios e drones, responde algumas dúvidas comuns de quem quer contratar o serviço:

1. É preciso ter nota fiscal do equipamento para fazer o seguro?
Não é necessário ter nota fiscal dos equipamentos. Você vai fazer o seguro enviando fotos dos equipamentos e dos números de série.

2. O seguro pode ser feito para qualquer tipo de equipamento?
Sim, o seguro pode ser contratado para qualquer tipo de equipamento de fotografia e vídeo, assim como seus acessórios. Câmeras, lentes, flash, iluminadores, gravadores, gimbals, tripés, mochilas, monitores, cartões, pilhas, notebooks, etc.

3. O seguro tem validade em qualquer lugar do Brasil? E no exterior?
O seguro básico é válido em todo o território nacional, havendo também a possibilidade de contratar o seguro internacional (válido em qualquer país).

4. É muito caro fazer o seguro? Posso parcelar como?
O seguro pode ter variação de taxa, conforme as coberturas e conforme a seguradora escolhida. Varia de 4.7% a 11% do valor do equipamento, ao ano. O parcelamento pode chegar a até 10x, em alguns casos. Em 4x, não há juros.

5. Quais são as coberturas do seguro?
O seguro tem cobertura de roubo, furto qualificado, danos físicos, danos elétricos, danos por água, tumulto e atos dolosos e equipamento reserva, dependendo também da seguradora e/ou coberturas escolhidas.

6. Como funciona o equipamento reserva?
Em caso de sinistro de roubo, furto qualificado, ou em caso de sinistro de danos (quebra/conserto), você tem uma verba para alugar equipamentos para utilizar em seus trabalhos, durante o período em que está aguardando a sua indenização.

7. Como alugar um equipamento reserva se não há locadoras na minha cidade?
A Fotoseg possui parcerias com diversas locadoras, em várias cidades, mas é possível enviar o equipamento para qualquer cidade do Brasil, atendida pelos Correios, para que o segurado, mesmo em cidades pequenas, possa utilizar esse benefício do equipamento reserva.

8. Em caso de roubo, eu recebo o valor integral do seguro?
Sim, na maioria das vezes. Pode, raramente, acontecer uma redução se o valor contratado estiver acima do valor de mercado, porém, trata-se de uma ocorrência rara. Na maior parte das vezes você recebe o valor exato constante da apólice. A indenização é sempre feita através de crédito em conta corrente do valor a ser indenizado, nunca pela reposição de equipamentos.

9. Se o meu equipamento cair e quebrar, como funciona para acionar o seguro?
Você deve levar o equipamento em uma assistência técnica da sua preferência e solicitar um laudo/orçamento. Assim que estiver em mãos, você deve encaminhar para a área de sinistro da Fotoseg.

10. O seguro é apenas anual?
Não. É possível contratar também seguro temporário por 3 meses.

11. Posso incluir notebooks, tablets e/ou smartphones no meu seguro?
Sim, em alguns casos. Para esses esclarecimentos, deve-se consultar a Fotoseg pelos WhatsApp (11 95328-6502 e 11 93803-8301).

12. Existe seguro para drones?
Sim, há 3 tipos de seguro para drones. Um é apenas para roubo, não cobre queda nem fly away. Outro é o seguro completo de casco, que cobre roubo, queda/colisão e fly away (que é o desaparecimento do drone devido a perda de link entre o controle e o drone). E, finalmente, o seguro RETA, que cobre danos a terceiros e atende a legislação da ANAC, que obriga a ter um seguro desse tipo para quem usa o drone profissionalmente.

Se você ainda não tem seguro dos seus equipamentos, pode fazer uma cotação pelo site da Fotoseg (www.fotoseg.com.br), por WhatsApp (11 95328-6502 e 11 93803-8301), e-mail (seguros@fotoseg.com.br), baixando o aplicativo nas lojas App Store ou Google Play, ou pelo telefone (11 2387-9121).

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6 dicas fundamentais para fazer ensaios externos e manter a segurança de seus clientes e equipamentos

Fotografia

Segurança nos ensaios: quais os limites em busca da foto perfeita?

Em busca da foto perfeita todo fotógrafo libera um “Q” de ousadia e loucura nos ensaios. Muitos acreditam que sem ser um “pouco louco” é difícil conseguir fotos extraordinárias com ângulos, enquadramentos e composições fora do comum. Um belo exemplo dessa “loucura” atrás da foto perfeita é o fotógrafo Jay Philbrick que faz a beira de penhascos ensaios de noivos e casais absolutamente impressionantes. Embora, só de ver, muitas pessoas ficam arrepiadas… Continue lendo sobre segurança em ensaios

Vamos as principais dicas:

1. Se ainda não conhece a locação que vai fotografar, chegue com antecedência e avalie a segurança de lugar onde pensa em fotografar. Itens como altura de penhascos, pedras lisas em rios e cachoeiras, espinhos nas vegetações ou pequenos insetos como marimbondos, abelhas e formigas merecem uma atenção especial.

2. Leve sempre com você em sessões externas água e repelentes. Também veja se o local do ensaio tem sinal de celular, pois em caso de qualquer emergência é fundamental o contato com o mundo exterior.

3. Certifique-se de que você possui o equipamento (além do fotográfico) necessário para viver essa experiência, uma mochila de equipamentos bem elaborada pode te ajudar e muito em alguns momentos.

4. Nunca deixe seus equipamentos longe de você, mesmo que estejam na mochila. Ensaios em locações externas oferecem bastante risco de roubo, seja ensaios na praia ou num pequeno parque, bosque, sítio ou mata. Oriente seu assistente de ficar de posse dos equipamentos, nunca deixe-os no chão ou longe de você.

5. Outro erro comum é levar muito equipamento para os ensaios e deixar uma parte dentro do carro. Isso é muito perigoso! Como o ensaio sempre fica um pouco distante de onde você deixa o veículo estacionado, você pode ser um alvo fácil de um roubo.

6. Embora possamos tomar todas as medidas de precaução e segurança durante o ensaio, nunca estamos completamente livres de um acidente ou roubo. Então, fazer um seguro de todo equipamento garante, aí sim, plenamente sua tranquilidade quanto ao risco de um prejuízo inesperado.

Aqui no Brasil, uma das empresas mais reconhecidas na área de seguros de equipamentos para fotógrafos e videomakers é a FotoSeg, que oferece proteção contra roubos, furtos, acidentes, danos por líquidos, danos elétricos, equipamento reserva e cobertura internacional. E você não precisa sequer ter a nota fiscal dos equipamentos. Além das câmeras e lentes, você também pode fazer o seguro de tripés, mochilas, drones e todos acessórios que usar durante os ensaios. Tudo fica segurado! E você super tranquilo! Bora proteger seus equipamentos? Baixe o aplicativo da FotoSeg na PlayStore e App Store ou acesse o site www.fotoseg.com.br ou pelo email seguro@fotoseg.com.br e WhatsApp 11 95328-0169.

Seguro de equipamento fotográfico, é caro? Como funciona?

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Tudo o que você precisa saber sobre seguro de equipamentos fotográficos.

Se há uma recomendação a ser feita aos fotógrafos com certeza é o seguro de equipamento, coisa que muitos dos profissionais só pensam depois que algo (infelizmente) acontece. Mas todo o carinho que temos pela fotografia e pelo nosso equipamento precisam ser repassados também nesse sentido. Como nós sabemos que é sempre bom ouvir a opinião de algum amigo aqui estamos nós explicando tudo o que você precisa saber.

Quanto tempo é o seguro?
Pode ser de um ano, mas há planos de 3 meses.

E a nota fiscal?
Não precisa de nota fiscal, o seguro é realizado por meio de fotografia dos equipamentos e dos números de série.

Qual o valor? Vale a pena?
O seguro pode ter uma variação na taxa de 4,7% a 11% do valor do equipamento, dependendo da seguradora e o parcelamento pode ser de 4x sem juros e até 10x.

O seguro vale para território nacional e internacional?
Existem para os dois. O básico é para cobertura a nível nacional mas se você preferir pode realizar um seguro internacional.

Quais são as coberturas do seguro?
Roubo, furto qualificado, danos físicos, elétricos, por água, tumulto, atos dolosos e até de equipamento reserva. Tudo depende da sua escolha na hora de realizar o seguro.

Fui roubado, o valor retorna integral?
Na maioria das vezes sim! Mas é preciso estar ciente de que as vezes o valor de retorno pode vir um pouco menor se o valor contratado estiver acima do valor de mercado, mas isso é raro. A indenização é feita por crédito em conta corrente nunca por reposição de equipamento.

Como funciona o equipamento reserva?
Em caso de roubo, furto qualificado ou sinistro de danos como quebra/conserto você recebe uma verba para alugar equipamento enquanto aguarda a indenização.

Mas a minha cidade não tem locadora de equipamentos…
Relaxa, a seguradora Fotoseg tá aqui pra te ajudar. Ela tem parceria com diversas locadoras em várias cidades que podem enviar para a sua caso seja necessário.

Minha câmera caiu e quebrou, e agora?
Leve seu equipamento a uma assistência técnica e solicite um laudo/orçamento. Depois é só encaminhá-lo para a área de sinistro da Fotoseg e aguardar o retorno.

Tenho um drone, dá pra fazer seguro?
Dá sim! Existem 3 tipos de seguro para drones. Um apenas para roubo, outro é um seguro completo, e o RETA que cobre danos a terceiros e atende a legislação da ANAC, que obriga quem tem drone para uso profissional usar um seguro.

O seguro também vale para notebook/celular/tablet?
Em alguns casos sim! Confira pelo telefone 11 – 95328- 6502 ou 11 – 93803-8301.

Ficou afim de fazer um seguro?
Entre em contato com a Fotoseg: Telefone: (11) 3731-3465 | (11) 2387-9121 ou faça uma cotação pelo site da Fotoseg (www.fotoseg.com.br), por WhatsApp (11 95328-6502 e 11 93803-8301), e-mail (seguros@fotoseg.com.br), baixando o aplicativo nas lojas App Store ou Google Play, ou pelo telefone (11 2387-9121).

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Os segredos da composição na fotografia: criando molduras

[e-Book] Livro Arte da Composição - Ernesto Tarnoczy Jr - iPhoto Editora Aprenda um segredo para compor fotos incríveis

Leia na íntegra, gratuitamente, um capítulo do livro Arte da Composição, em que o fotógrafo Ernesto Tarnoczy, explica passo-a-passo como você pode criar molduras na composição de suas fotos e deixá-las com grande impacto visual. Acesse agora o PDF e aproveite muito este conteúdo: Capítulo 1 – Molduras composocionais.

Se gostar do conteúdo, depois acesse nossa loja e compre o livro completo com mais dicas e regras de composição fundamentais para melhorar suas fotos: www.iphotoeditora.com.br.

Confira 10 livros que o jornalista não pode deixar de ler

Livro A Arte da Composição da editor iPhoto

Faz parte da profissão do jornalista ler, ler e ler. Mas sempre há livros que não podem deixar de constar na nossa biblioteca de conhecimento pessoal. Ainda que a relação renove de tempos em tempos, alguns livros constam em muitas delas. “A Sangue Frio”, de Truman Capote, e “Chatô, o Rei do Brasil” são dois exemplos que podemos citar.

Aqui vai a lista de 10 livros indicados pela jornalista Paula Cunha, que também é palestrante e especialista em cinema, a pedido do Portal Imprensa.

A Sangue Frio – Truman Capote

 

Polêmico trabalho jornalístico do autor, que ao ler sobre os assassinatos que dois jovens, Richard Hickcock e Perry Smith, cometeram na cidade norte-americana de Holcomb, os entrevistou e acompanhou do julgamento até a condenação à morte dos dois por enforcamento. O relato da origem das vítimas e dos réus é minucioso, bem como dos vizinhos e da vida na pequena cidade do Oeste do Kansas.

A frieza da narração é assustadora e as reações que provocaram foram igualmente devastadoras, pois Capote ultrapassou todos os limites éticos ao se envolver emocionalmente com um dos acusados, Smith. Transformado em livro, marcou o início do movimento New Journalism nos Estados Unidos e a criação do gênero romance reportagem.

Chatô, O Rei do Brasil – Fernando Morais

Fernando Morais traça um perfil brilhante de Assis Chateaubriand, considerado o imperador da mídia brasileira. Conta, sem endeusar o empresário, a criação do maior conglomerado de comunicação, com os Diários Associados à frente do grupo.

São muito bem lembradas as jogadas políticas, a rivalidade com outros jornalistas, principalmente com Samuel Wainer, os detalhes da fundação do Museu de Arte de São Paulo (Masp) e a iniciativa de trazer a televisão para o Brasil em 1950, com a inauguração da Rede Tupi.

 

Minha Razão de Viver – Samuel Wainer

Samuel Wainer conta com sinceridade o início da carreira, o apoio explícito a Getúlio Vargas, a fundação do jornal Última Hora, que revolucionou o jornalismo nos anos 1950 e como isso atraiu a ira de concorrentes como as famílias Marinho (O Globo) e Mesquita (O Estado de S.Paulo) e Assis Chateaubriand (Diários Associados), a rivalidade política com Carlos Lacerda, seu inimigo.

O livro é um retrato importante da consolidação da imprensa brasileira, seu envolvimento com a política e o golpe militar de 1964.

 

A Regra do Jogo – Cláudio Abramo

O jornalista Cláudio Abramo volta ao início de sua carreira e narra como contribuiu para a modernização dos principais jornais do País. Seu relacionamento com os proprietários dessas empresas e colegas é descrito com sinceridade.

Como bônus, há uma coletânea de artigos que analisam diversas fases da política brasileira até a sua morte em 1987.

 

 

 

Os Sertões – Euclides da Cunha

Euclides da Cunha publicou o livro sobre a Guerra de Canudos em 1902. Ele é o resultado do trabalho do autor como correspondente do jornal “O Estado de S. Paulo” durante o conflito e se encaixa na categoria de livro-reportagem, que se utiliza ao mesmo tempo das prosas científica e artística.

Pertence à fase do pré-modernismo da literatura brasileira e, por isso, apresenta características de diversas escolas literárias como o Realismo e técnicas que antecipam o Modernismo. Pode ser considerada também uma obra de estudo sociológico, geográfico e histórico. Apresenta forte crítica social ao retratar as dificuldades dos sertanejos (“O sertanejo é, antes de tudo, um forte”) e a já histórica indiferença das elites brasileiras.

Todos os Homens do Presidente – Carl Bernstein e Bob Woodward 

Os repórteres Carl Bernstein e Bob Woodward narram todo o processo de investigação e apuração de informações da invasão do edifício Watergate, sede do Partido Democrata em Washington, capital dos Estados Unidos. O jornal onde trabalhavam, o Washington Post, liderou a corrida da elucidação do escândalo até a renúncia do presidente republicano Richard Nixon em agosto de 1974.

Repleto de fatos importantes que envolviam o contexto político da época e a respeito da busca pelas informações, a recusa de algumas fontes a oferecer informações e o envolvimento com o famoso informante do governo apelidado de Garganta Profunda (famoso filme pornográfico lançado no início da década de 1970), o livro também é recheado de histórias saborosas sobre as tentativas canhestras de Bernstein de falar espanhol com uma possível fonte do México, que provocavam a paralisação do trabalho na redação, já que todos os colegas queriam se divertir às custas dele.

A adaptação para o cinema omite esse clima, mas contribuiu para que um público maior conhecesse os detalhes dessa importante fase da vida política norte-americana.

Décadas Púrpuras – Tom Wolfe

Tom Wolfe, um dos fundadores do New Journalism nos Estados Unidos, aplica nesse livro todas as técnicas desse novo estilo jornalístico como a descrição literária de fatos apurados e dos diálogos com as fontes.

Apresenta um painel da cultura entre 1964 e 1981, com relatos instigantes dos mais variados grupos como surfistas, artistas e intelectuais do bairro novaiorquino do Village, empresários, estrelas de cinema e da música, entre outros.

 

 

Sem Lugar para se Esconder – Glenn Greenwal 

O ex-advogado e jornalista do The Guardian, Glenn Greenwald, publicou uma série de reportagens que relatava os métodos que a Agência de Segurança Nacional (NSA, na sigla em inglês) utilizava para espionar não apenas os cidadãos e empresas dos Estados Unidos, mas também líderes políticos e habitantes de outros países, aliados ou não. Sua principal fonte foi Edward Snowden, ex-prestador de serviços à NSA.

O livro não se restringe a relatar os fatos e os detalhes dos contatos entre Greenwald e Snowden mas também analisa as consequências da invasão de privacidade em escala mundial para a democracia.

O Sequestro da América – Charles Ferguson

O escritor e diretor de documentários Charles Ferguson analisa com profundidade, obtida por meio de uma pesquisa exaustiva de dados, a lama em que o sistema financeiro dos Estados Unidos afundou e o vale-tudo desonesto em que se transformou após todas as medidas tomadas por sucessivos governos, republicanos e democratas, para desregulamentar e afrouxar o setor até eliminar todas as regras de atuação com o objetivo de beneficiar as elites do país. Todos esses desmandos resultaram na crise financeira de setembro de 2008.

O conteúdo do livro é um aprofundamento do documentário “Inside job”, que Ferguson lançou em 2010 e que recebeu o Oscar de melhor trabalho deste gênero.

As Ilusões Perdidas – Honoré de Balzac

Um dos romances mais famosos do autor francês, Honoré de Balzac, narra a vida e as decepções de Lucien de Rubempré, jovem aspirante a escritor, bem como de sua família durante a Revolução Francesa.

As críticas não se restringem à hipocrisia e dualidade da sociedade em geral e apresenta também uma visão sarcástica e demolidora do jornalismo praticado na época, descrito pelo autor como “a mais perversa forma de prostituição intelectual”. Não é preciso acrescentar mais nada sobre a sua importância.

 

Portal Imprensa

Vida do fotojornalista de guerra Chris Hondros é tema de novo documentário do Netflix

Chris Hondros é tema de novo documentário do Netflix

O trabalho do fotojornalista de guerra Chris Hondros, morto aos 41 anos, enquanto cobria a guerra civil na Líbia, em 2011, será retratado no documentário “Hondros”, da Netflix.

Conhecido e respeitado internacionalmente, Hondros ganhou dois prêmios Pulitzer com suas impactantes fotografias dos conflitos de Kosovo, Libéria, Iraque, Afeganistão e Líbia.

Hondros foi morto em Misurata onde também morreu Tim Hetherington (fotógrafo e documentarista). 

A dupla trabalhou junta acompanhando rebeldes que lutavam contra o exército do ditador Muammar Gaddafi. 

O documentário é dirigido por Greg Campbell, jornalista e amigo de infância de Hondros. Para retratar a sua trajetória, Campbell viajou para os locais onde Hondros trabalhou para conseguir relatos que mostram todo o seu legado.

Nascido em Fayetteville (Carolina do Norte), Hondros era formado em literatura inglesa. Depois de alguma experiência com jornalismo, acabou se mudando para atuar profissionalmente em Nova York em 1998. Lá ele cobriu os atentados de 11 de setembro, em 2001, depois partiu para a cobertura de conflitos na Europa, Oriente Médio e África.

Portal Imprensa

Aprenda com os melhores fotógrafos do mundo

Aprenda com os melhores fotógrafos do mundo com Altair Hoppe, iPhoto Editora

Finalmente um congresso para colocar sua fotografia em outro nível. Bem-vindo ao PhotoWeek!

Seu trabalho está parecido com o de seus concorrentes? Você quer colocar sua fotografia e sua carreira em outro patamar? Se a sua resposta for sim, chegou a hora de você participar de algo realmente novo, transformador e inédito no Brasil. Acesse www.PhotoWeek.com.br e conheça essa novidade.

Um congresso criado por Altair Hoppe, referência na organização de eventos de qualidade em conteúdo, seleção de palestrantes e carinho com os congressistas. Agora você tem um congresso com foco em qualidade e não em quantidade.

Nos últimos anos ouvimos centenas de fotógrafos dizendo: “Altair, precisamos de um novo congresso nacional sem chororô, sem palestrante ficar contando a sua vida ou mostrando o seu portfólio durante a palestra inteira. Queremos aprender as técnicas para iluminar, dirigir, compor nossas fotos e também como vender nossos ensaios e eventos. Precisamos de conteúdo de qualidade, sem enrolation”.

De tanto ouvir isso, Alta sentiu que era hora de criarmos algo para elevar o nível dos congressos de fotografia no Brasil. De fazer um congresso, onde a quantidade de congressistas ou de palestrantes não fosse o mais importante, mas sim, a qualidade dos palestrantes e a qualidade do conteúdo das palestras.

Bem-vindo ao PhotoWeek

photoweek logoCom a grande quantidade de fotógrafos no mercado ficou muito mais difícil estar um passo a frente dos seus concorrentes, seja na estética das fotos ou nas estratégias de vendas e marketing. Seu trabalho está parecido com de seus concorrentes? Você quer colocar sua fotografia e sua carreira em outro patamar? Se a sua resposta for sim, chegou a hora de você participar de algo realmente novo, transformador e inédito no Brasil!

No Brasil existem mais de 150 mil fotógrafos. E apenas 1% terá a oportunidade de participar do PhotoWeek e aprender as novas tendências e técnicas de iluminação, composição e direção de noivos e casais usadas na Europa e nos EUA para fazer fotos e ensaios inovadores e impactantes, que vão tornar o seu trabalho algo único na sua cidade, região ou estado.

Depois de aprender a fazer fotos incríveis no PhotoWeek, você precisa vender bem o seu trabalho, mas seu Instagram não bomba? Seu Facebook não tem engajamento? O seu site não atrai clientes? Você não consegue aumentar o preço dos seus álbuns? Se você tem dificuldades para transformar sua fotografia em um negócio de sucesso, participe também do Inside, o primeiro congresso de vendas e marketing para fotógrafos no Brasil. No Inside você vai aprender como atrair mais clientes e vender muito mais pelo seu Instagram, Facebook, Site e Google, melhorando suas estratégias de atendimento, vendas e divulgação.

Palestrantes do PhotoWeek

E quem serão os palestrantes? Altair Hoppe e o curador Vinícius Matos selecionaram os fotógrafos premiados entre os melhores do mundo vindos de 7 países (Estados Unidos, França, México, Polônia, Romênia, Coréia do Sul e Brasil) para compartilhar suas técnicas e segredos para fotografar noivos, casais, ensaios e casamentos.

Mais informações em www.PhotoWeek.com.br.

photoweek

Sebastião Salgado, o Brasil te agradece!

Sebastião Salgado

O fotógrafo Sebastião Salgado tornou-se o primeiro brasileiro a integrar a Academia de Belas Artes, instituição que tem origem no século 17 e uma das cinco academias que compõem o Institut de France, templo da excelência francesa nas artes e nas ciências.

Em diversos momentos da cerimônia, realizada em 6/12, o fotógrafo não conteve as lágrimas. Salgado tomou posse de uma das quatro cadeiras da seção de fotografia da academia, para a qual foi eleito em 2016, no lugar de seu amigo Lucien Clergue, falecido em 2014. A Academia de Belas-Artes é, para a arte, o equivalente ao que a Academia Francesa é para a literatura.

Instituto Terra

Resultado de imagem para sebastião salgadoInstituto Terra é fruto da iniciativa do casal Lélia Salgado e Sebastião Salgado, um dos mais premiados fotógrafos da atualidade.

Salgado se consagrou um nome respeitadíssimo na fotografia, retratando êxodos, migrações, secas e genocídios com muita propriedade. O documentário sobre sua vida, “O Sal da Terra”, foi indicado ao Oscar; e recebeu o Prêmio do Júri na seção Un Certain Regard do Festival de Cannes 2014, e também o Prêmio César como melhor documentário.

Criou o Instituto Terra para promover a restauração ecossistêmica, produção de mudas de Mata Atlântica, extensão ambiental, educação ambiental e pesquisa científica aplicada na antiga fazenda da família, na cidade mineira de Aimorés, região do Vale do Rio Doce.

Hoje, o Instituto tem um loja virtual e a meta é ser um mecanismo para divulgação do trabalho realizado no Instituto Terra, e venda de diversos itens com renda revertida para o projeto. A parceria com a nova plataforma Dotstore concede à loja virtual um ambiente mobile 100% aprovado pelo Google, pronto para negociações, diversas integrações com os melhores parceiros do mercado, estrutura escalável, e muitas outras ferramentas.

Nós, brasileiros, precisamos de pessoas assim, para mostrar ao mundo quem somos, nossos talentos e a força deste pais! Parabéns ao Brasil e a você, Sebastião Salgado!