Há 10 anos, ordem de serviço para construção da Ponte de Ilhota era assinado

Assinatura da ordem de serviço da construção da Ponte de Ilhota

A espera de tantos anos havia terminado. O sonho de 12 mil ilhotenses, total aproximado da população na época, começou a se concretizar naquela maravilhosa manhã nublada de domingo, dia 22 de novembro. Nesta data marcante para a história da cidade, aconteceu a assinatura da ordem de serviço para construção da tão sonhada Ponte de Ilhota. A Prefeitura de Ilhota na época, convocou o povo a comemorar a realização do sonho. O povo foi e acompanhado de inúmeros políticos, lideranças locais e regionais, além de muita veículos de imprensa, testemunharam assinatura do então Governador Luiz Henrique da Silveira, Prefeito Ademar Felisky, representantes do Governo Lula e da empreiteira JM Terraplenagem e Construções, vencedora da licitação, a autorização para o início das obras.

Vou aqui compartilhar o convite do evento, publicado na época!

Convite assinatura da ordem de serviço da Ponde de Ilhota

Lembro emocionado de como foi aquela dia. Houve até um almoço festivo. Muito churrasco e cerveja, o dia todo de festa. Uma equipe foi montada para organizar o fluxo de trânsito e de pessoas no dia. No local havia um estacionamento que ficou cheio, venda de bebidas e lanches. Os Bombeiros Voluntários faturaram muito no dia com a comercialização de bebidas. A prefeitura, em conjunto com empresários e entidades locais, forneceu mais de 700 quilos de carne assada à população.

O público foi expressivo. A expectativa aproximada foi de que mais duas mil pessoas que compareçam no evento.

Na época, a internet estava se popularizando na cidade com um rede ADSL modesta que se consolidava numa verdadeira evolução na região central do Município, mas a vida virtual estava se gatinhando. Somente no ano seguinte que instalei minha rede em casa e a Oi dominava o mercado. A salvação de muita gente em buscar informação na internet (e a minha também) era acessando por uma Lan House. A plataforma mais popular na época era o Orkut, MSN e os Fotologs. Facebook iniciava com uma interface meio feia e que ninguém entedia. Twitter, nem pensar, que além de ser de difícil compreensão, era em inglês. O WhatsApp tinha uns cinco ou seis IDs perdidos com o aplicativo instalados nos recém smartphone que chegavam ao mercado, que no começo, era pago, custando US$ 0,99. O povo usava mesmo era o bom e velho SMS. Eu já estava conectados em todas essas plataformas sociais e meu celular era um BlackBerry. Comentei sobre isso para que pudéssemos falar da mobilização. Sem ter toda conectividade de hoje, a articulação em chamar o povo deu certo. Houve carro de som, convites impressos, envio de e-mails, notícias em jornais da região entre outros. Foi por esses os motivo que não temos muitas informações e ao pesquisarmos sobre o assunto, obtemos quase nada em resultados favoráveis. Não era como hoje, publicação de fotos e vídeos sendo postados e compartilhados instantaneamente. Se eu encontrar algumas mídia, seja em qual for a plataforma, vamos compartilhar neste blog. Para fim de registro na postagem, as fotos eram capturadas por maquinas fotográficas compactas, muito populares esse tempo e que logo caíram e desuso.

A cerimônia iniciou oficialmente às onze e meia da manhã e foi realizado no canteiro de obras, terreno onde está construída a ponte, na margem direita do rio, próximo a borracharia do Coca, no quilômetro 12 da Rodovia Jorge Lacerda. No palanque montado numa carroceria de uma das carretas da frota da Transportadora Dalçoquio onde o próprio dono, seu Augusto Dalçoquio veio dirigindo. Participaram do evento o governador do estado, Luiz Henrique da Silveira; o secretário de desenvolvimento regional, Paulo França; senadores; deputados federais e estaduais; secretários municipais; vereadores e diversas lideranças locais e regionais, além dos ex-prefeitos seu Ricardo Kila e seu irmão o Zé Kila. Quem levou o mérito foi o ex-Deputado Federal João Matos, que articulou todo o meio de campo com o processo do Projeto da Ponte de Ilhota.

Uma das pessoas que estavam no palaque e que na minha opinião, não deveria nunca mais pisar na cidade, era o então Presidente da Acib. Na época, esse fulano disse que Ilhota não precisava da ponte, fazia críticas pesadas quanto ao Projeto da obra. No dia a assinatura da ordem de serviço, ele se retratou, pediu desculpas. Quando Luiz Henrique foi falar, chamou todos os Vereadores para o palanque. Me lembro que a oposição ao atual governo, encabeçado pelo PDT que ficaram na presidência durante as duas legislaturas, fazia graves acusações alegando que a promessa da Ponde era uma farsa. Assim como eles, muitos ilhotenses eram contra ao sonho e diziam que a Ponte de Ilhota era apenas mais uma promessa de campanha para enganar o povo. Essa gente do contra são hoje o pessoal que estão no PP, DEM, PSD e alguns do PSDB. Estavam enganados. Mesmo assim, com todas as evidências conspirando favoravelmente, não acreditavam no sonho. Caíram do cavalo e não foram ao evento. Foram barrados no baile. Quanto aos Vereadores no palaque, foram vaiados. Eu fui um dos que puxou o coro.

Lembro do discurso do LHS que disse que havia uma cabeça de burro enterrado na cidade e que esse artefato maligno, não deixa a cidade crescer e que a partir daquele dia, teríamos uma nova Ilhota. Segundo Luiz Henrique, a caveira do burro foi desenterrado. Disso eu já sabia, que estamos a sombra de uma grande maldição, de uma praga infernal, pois nada progride nessa cidade, agora que era uma cabeça de burro, disso não sabia. Temos que nos unir para quebrar essa obra do mau.

É importante lembrar que o Governador Luiz Henrique propôs que batizassem o nome da Ponte de Ilhota em Ponte da Saudade, em homenagem aqueles que morreram na tragédia de novembro de 2008, já que a ponte ligaria a margem direita com a esquerda, região onde fica o Complexo do Baú, local de todo epicentro e onde residiam os mortos da tragédia. Mas o Prefeito Daniel não aceitou a proposta do ex-governador e batizou a Ponde de Ilhota com o nome Ponte Cláudio Jeremias Cadorin, em homenagem ao padre que atuou na paróquia local nas décadas de 1980 e 1990. Natural de Nova Trento, Padre Jeremias faleceu, aos 63 anos, em 1994. O ato foi sancionado na Lei Municipal 1756/2013. Portanto, a ponte não leva o pronome de tratamento padre como muitos dizem por aí. É um erro. O Padre era Cláudio Jeremias Cadorin, mas a ponte não!

A empresa vencedora da licitação, que iniciou a construção da ponte, ligando as duas margens do rio Itajaí-Açú foi a JM Terraplanagem e Construções, de Brasília. No contrato constavam que a contratada fará os acessos e a ponte no valor de R$ 32.535.928,11. Além disso, a construtora teve que executar a terraplanagem do terreno, pavimentação asfáltica, drenagem, obras de arte, sinalização e obras complementares e a ponte de 480 metros ligará a Rodovia Jorge Lacerda com à BR-470. Entre ponte e acessos, temos uma rodovia de 2,4 km de extensão. Infelizmente, a JM não concluiu a obra. Houve um meio tempo nesse processo todo e eles desistiram por questões financeiros e um escândalo que abalou as empreiteiras do setor na época, mas esse assunto não quero detalhar.

Após um curto período de paralisação na obra, a próxima habilitada a assumir o serviço foi o Consórcio Tec/Setep e eles entregaram a obra no dia 2 de setembro de 2016. Eu também estava na festa, mas nesse dia de sol forte, não tinha carne.

Esse sonho só foi possível ser realizado, talvez, porque o Governo Federal, através do PAC – Programa de Aceleração do Crescimento, já na gestão da Presidenta Dilma Rousseff, passou a assumir 80% da obra. O Governo do Estado não consegui arcar com o seu compromisso. Raimundo Colombo chegou a argumentar em alguns casos que foi um tiro no escuro que Luiz Henrique deu sobre a Ponte de Ilhota. Se não fosse na gestão do PT, talvez ainda estaríamos utilizando a balsa. Prefeito Ademar reconhece o empenho do Presidente Lula na obra e sem dúvida, Ademar tem sua contribuição na obra. Seu empenho é reconhecido e pena que ele não inaugurou. O cronograma era para que fosse concluída no finalzinho da sua gestão.

Antes da ponte, havia uma balsa que fazia o serviço da travessia do rio. Ela operava da das 5h da manhã e ia até as 23h. Dois turnos, em serviços de revezamento, operavam a dita cuja. Era um sofrimento danado, transtorno imaginável, um atraso de vida e um empecilho no desenvolvimento econômico da cidade. O serviço era gratuito e mantido pela Prefeitura.

Hoje não temos mais a balsa. Ela foi vendida. Foi boa enquanto durou. Enquanto as promessas dos linguarudos em passar pelado pela Ponte se ela fosse inaugurada, isso nunca acabou acontecendo.

O sonho que muitos lutam há décadas e que foi nossa bandeira nesses cinco anos de governo começa a ser realizado. A ponte em nossa cidade permitirá o desenvolvimento local e regional de forma integrada e ordenada
Ademar Felisky

É importante deixar claro que a Prefeitura de Ilhota teve participação direta na construção da Ponte de Ilhota. Lendo o Edital do Projeto Técnico, encontramos um documento em que o prefeito da época se comprometeu em assumir com as obrigações legais, quanto as desapropriações dos terrenos e passar os poderes dos imóveis para União. Esse, talvez seria a etapa mais complicada do projeto, pois se tratava da negociação direta e compra dos terrenos por onde passaria a Rodovia de acesso e a edificação da construção da ponte. Mas não foi. Uma parte desses imóveis já eram do poder público e isso aliviou um pouco.

Não sei como foi realizado a negociação nem como a Prefeitura fez para desapropriar pagando o valor, mas foi feito. Já de onde saiu o recurso financeiro para esse fim, também não sei de onde veio, até porque, orçamento da Prefeitura na época era pouco, girava entorno de 12 milhões e não sobrava muita coisa para investimentos. Talvez se algum Vereador estiver lendo esse artigo, poderia propor uma investigação e a criação de uma CPI, para apurar o verdadeiro destino final de onde saíram as divisas que culminou nas despropriações desses imóveis. Tem quem diga que houve maracutaia, mas eu não sei, não posso afirmar. Se a coisa fosse feito na transparência, já eliminariam todas essas suspeitas, mas a Lei da Informação e o Portal da Transparência, que obriga os órgãos públicos a publicar tudo, veio só depois.

A minha maior suspeita foi a tal concessão de isenção fiscal à empresa Pandini Empreendimentos Imobiliários Ltda, que de acordo com a Lei Municipal 1661/2011, a empresa fica isenta, num prazo de 25 anos, a pagar tributos para municipalidade. A Lei ainda diz que os interesses com as isenções abrangem os imóveis de propriedade da Empresa Pandini Empreendimentos Imobiliários Ltda ou empreendimentos de quem este indicar, todos sediados no Município de Ilhota. Um absurdo! Sabemos que a Lei Municipal 1490/2008 autoriza o Município a receber imóveis da empresa Pandini Veículos Ltda, estranho, não? Mais tarde, o Prefeito Dida encaminha um Projeto de Lei para Câmara de Vereadores que aprova a proposta do Prefeito em que municipaliza a rodovia de acesso da ponte. Não me lembro como foi votado e a quantidade votos a favor do Prefeito, mas o companheiro Vereador Rogério foi contra. Isso foi um outro absurdo, tudo para beneficiar a especulação imobiliária e justamente para aquele que cedeu ou vendeu o terreno para Prefeitura para ser construído a Ponte de Ilhota. No universo da política, não há coincidências. Apontamos aqui, graves indícios de irregularidades.

Por fim, refrescando um pouco da memória e relendo alguns dos meus registros da época, publicados por aí, trango uma curta linha do tempo dessa etapa da Ponte de Ilhota. Em 10/08/2008, o edital da licitação da obra é publicado no Diário Oficial do Estado e no dia seguinte, 11/08/2008, no Diário oficial da União. Em 15/07/2009, apenas 7 das 83 empresas que retiraram o edital para participar da licitação compareceram a visita técnica. A reunião para apresentação do projeto aconteceu no Salão Paroquial da Igreja Matriz São Pio X e também no local onde a obra será realizada. No dia 25/08/2009, o projeto apresentado pela empresa JM Terraplanagens e Construções, de Brasília, venceu a licitação para construção da ponte por apresentar o menor valor, cerca de R$ 31,5 milhões. Por fim, no dia 27/10/2009, o Departamento Estadual de Infra-estrutura – Deinfra, negou pedido de recurso das empresas Consórcio Geosolo/Verdi e Consórcio Azza/Engedal, que concorriam à licitação no ano passado.

A seguir, vou compartilhar algumas fotos que catei por aí na época e algumas feitas por minha pessoa.

Espero ter contribuído com o processo histórico e político desse importante acontecimento em nossa cidade.

Impeça a votação do PL 73/2017 antes que seja tarde de mais!

Projeto de Lei 732017 - Municipalização de trecho da Rodovia BR-470

Uma contribuição ao debate!

Comunidade ilhotense, seguinte… talvez esse poderá ser um dos maiores estragos já promovido na gestão do prefeito Dida, um grande equívoco político que a Prefeitura de Ilhota pretender sancionar com a aprovação do #ProjetoDeLei PL 73/2017 que entra em sua primeira votação hoje na Câmara de Vereadores de Ilhota.

O ponto do debate que se levantou sobre o projeto principalmente nas mídias sociais, mais especificamente no grupo do WhatsApp da Câmara de Vereadores não é criação de uma rodoviária, lombada, parque industrial, bombeiros… isso ou aquilo. Essas coisinhas estão fora que cogitação no momento, não que sejam irrelevantes, mas o projeto tem seus pontos obscuros em suas entrelinhas.

A questão que devemos nos ater ao debate no momento sobre o projeto não é aquilo que não consta nos míseros 4 artigos da lei, e sim o que está oculto dela o favorecimento a um grupo de investidores. O município tem que pensar no bem comum das pessoas e isso não está acontecendo e estamos caminhando na contra mão do interesse público.

A obra daquela rodovia, apesar de inaugurada em 2 de setembro de 2016 e entregue a comunidade está inacabada. A rodovia está afundando! O Deinfra tem projetos (estou pesquisando pra logo publicar por aqui) para construir uma rotatória no trecho para fluir o futuro tráfego de veículos que tendem a como destino Pocinho e Barranco Alto e como se espera naquele loteamento com quase 900 lotes, imaginem a imensidão de carros entrando e saindo de lá. Será uma cidade. Teremos inúmeros problemas e isso é fato!

Então eu questiono… com a municipalização a prefeitura terá condições de fazer essas ações? Sabemos o quanto e difícil e o custo que é em conservar as nossas estradas com macadame, imagina uma obra dessa magnitude. Se o trecho passar para os cuidados da prefeitura, imagino que o Estado em sua magnífica sabedoria ira se ausentar do compromisso.

Portanto, peço aos nobres edis amigos da Câmara de Vereadores de Ilhota que barrem esse projeto, abrem uma consulta popular e depois de ouvir a sociedade, retornem ao debate do projeto. Caso haja e se estiverem com alguma dúvida quanto ao projeto, não é o prefeito que irá saná-la, pois o maior interessado é ele e vai convencer todos os vereadores a aderirem e aprovarem o projeto. A única razão para boicotar o projeto é o povo, após consulta-los. Nós devemos dizer aos vereadores o que eles deverão votar, a favor ou contra.

Vox Dei est eius

Conheça a lei!

Art. 1º Fica o Município de Ilhota autorizado a municipalizar o trecho que compreende a entrada da BR-470 no quilômetro 21,8 até a entrada da SC-470, cuja extensão é de 2,4 (dois vírgula quatro) quilômetros.
Parágrafo único. Para fins de assinatura do termo de transferência, o trecho acima referido é assim denominado: ENTR BR-470 (KM 21,8) – ENTR SC-470 (INÍCIO DA ÁREA URBANA DE ILHOTA) (SNV 470ASC1005) da Rodovia Federal BR-470/SC, com extensão total de 2,40 km.

Art. 2º A municipalização referida no artigo anterior não trará nenhum ônus à União Federal.

Art. 3º O Município assume a plena responsabilidade do trecho a partir da assinatura do termo de transferência e publicação do seu extrato no Diário Oficial da União.

Art. 4º Esta Lei entrará em vigor na data de sua publicação.

Erico de Olveira
Prefeito Municipal

Com alegria,
#DialisonCleberVitti

Trecho da Rodovia de acesso a Ilhota que liga a BR-470 com a Ponte de Ilhota que será municipalizada

Prefeito Dida quer municipalizar o trecho da rodovia da Ponte de Ilhota

Trecho da Rodovia de acesso a Ilhota que liga a BR-470 com a Ponte de Ilhota

Projeto de Lei Ordinária 73/2017 de 15/09/2017 de iniciativa do Executivo autoriza  municipalização de trecho da Rodovia BR-470.

O que dizer desse catastrófico #ProjetoDeLei PL 73/2017 de iniciativa da Prefeitura de Ilhota? Medo!

Os motivos que levaram a prefeitura na época a fazer a municipalização do pequeno trecho da Rodovia Jorge Lacerda no Centro da cidade de Ilhota – Minha Terra, Minha Vida foram única e exclusivamente para atender apenas a interesses e empreendimento privados de algumas gatos pingados do bolso grande, com incentivos fiscais e brandas licenças sem quase nenhuma fiscalização ambiental. Desse mesmo jeitinho ilhotense de ser é a mesma coisa que eles querem fazer com o trecho da rodovia que liga Ponte Padre Claudio Geremias Cadorin com a Rodovia BR 470.

Não há outra justificativa ou razão com a PL73/2017. Se uma pessoa quer investir na cidade, ela não sabe que tem que cumprir com determinadas normas? Claro que sabe! Antes de iniciar o projeto certamente o fulano de tal já sabia disso, mas sempre é bom especular.

Neste sentido eu pergunto, será que nessa cidade há dois pesos e duas medias? Claro que tem, e é evidente… um para os chegados do rei e outro para o resto! Interessante é fazer essa reflexão e tentar despertar nas pessoas o que essa administração didatorial está promovendo em Ilhota.

Se em um ano aquela pedacinho de asfalto da rodovia da ponte já cedeu, imagina daqui há dez ano, imaginou? Agora sonha com pesadelo! Com a municipalização, tira o dever do Estado e/ou União a responsabilidade da manutenção/conservação e obriga a Prefeitura de Ilhota a fazer o reparo.

Deinfra/SC está fazendo a tal da “revitalização” (que pra mim é mais uma operação tapa buracos) na Rodovia Jorge Lacerda e o trechinho do centrinho da #1lh074 ficou de fora, culpa dessa burrice em municipalizar e a #barroza terá que pagar o pato. Se administração não consegue resolver o problema dos semáforos na Avenida Ricardo Paulino Maes, e recuperar o asfalto, vai ter cacife corrigir a oscilação de toda rodovia que foi feita encima da terra podre, do brejo.

Isso é um grave erro e não podemos deixar passar barato. Será que vale a pena a gente pagar por isso em troca de um empreendimento que ficará livre, isento de tributação até 2036?

Com alegria,
#DialisonCleberVitti

Projeto de Lei 732017 - Municipalização de trecho da Rodovia BR-470

Trecho do Centro de Ilhota ficará de fora da revitalização da rodovia Jorge Lacerda

Afinal, como será a revitalização da Rodovia Jorge Lacerda? Bem, de acordo com a publicação da imprensa golpista (segue o link) e do vídeo mostrando o projeto técnico da reforma, produzido pelo Governo de Santa Catarina – Regional Blumenau na sua fan page no Facebook e postado sem autorização em meu canal no youtubeserá por conta do Governo do Estado de Santa Catarina, mas o trecho urbano de #Ilhota nem asfalto novo terá. No trecho de Ilhota, Capital Catarinense de Moda ìntima, Praia e Fitness, entre os Km’s 12,2 e 14,1, não haverá revitalização porque o trecho da rodovia foi municipalizado e é de responsabilidade da prefeitura.

Nem sempre a municipalização faz bem pra cidade e eu sou totalmente contra essa política. Mas eu fico tranquilo, já que essa tal revitalização foi promessa de campanha do prefeito Dida Oliveira e ele vai fazer, porque isso é mais um sonho dele.

Falando em revitalização, quando é que irão acionar e por em funcionamento daqueles semáforos lá da Avenida Ricardo Paulino Maes, eim? Quanta grana jogado fora que não serviu absolutamente pra nada. Vou aproveitar e encaminhar essa minha indignação ao Vereador Rogério para que ele proceda com os encaminhamentos.

Trechos de acessos para Ponte de Ilhota em rodovias exigem atenção dos motoristas

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Se a novidade da Ponte de Ilhota, com custo estimado em R$ 38,8 milhões, desperta alegrias para quem mora ou passa por Ilhota, os acessos da nova via às rodovias Jorge Lacerda e, principalmente, BR-470 trazem um cenário de mais preocupação. Na Jorge Lacerda, há uma lombada metros antes e um canteiro central, mas o alto fluxo de veículos provoca lentidão em determinados horários do dia e algum impasse entre motoristas que vêm de Gaspar e do Litoral e desejam acessar a ponte ao mesmo tempo.

Já no trevo da BR-470, uma espécie de trevo alemão com desvio na rota principal foi montada para tentar facilitar o cruzamento, mas placas instaladas no meio das pistas dificultam a visibilidade para quem vem do Litoral e quer acessar a ponte. O motociclista Alexandre Monteiro, 22 anos, diz que à noite a falta de iluminação torna o trevo mais perigoso.

O instalador Maicon Adão, 30 anos, costuma passar pela Ponte de Ilhota nos dias em que faz atendimentos no Litoral e retorna para Gaspar para escapar do trânsito da rodovia federal. Ele também defende melhorias na sinalização e na visibilidade no trevo.

Ainda não deu nenhum acidente ali, mas pode dar, principalmente agora no verão, com o aumento de pessoas indo em direção à praia
opina

A superintendência regional do Deinfra em Blumenau informou que a solução definitiva no local virá somente após as obras de duplicação, mas afirma que o excesso de placas (das obras, da própria rodovia e do acesso) causa certo conflito no trevo. Ainda assim, o órgão pretende monitorar o acesso e, se considerar necessária alguma adequação, deverá fazê-las. O mesmo se aplica ao trevo da Rodovia Jorge Lacerda, onde pequenos ajustes nas saídas de pista devem ser realizados. Enquanto isso, a recomendação do Deinfra é para que os usuários tenham mais atenção.

Fonte: artigo de Jean Laurindo, extraído do portal do Jornal de Santa Catarina

Projeto técnico da Ponte de Ilhota (16)

Reportagem aborda a mudança na rotina de pedestres e motoristas com a Ponte de Ilhota

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Reportagem histórica e relevante do Jornal de Santa Catarina revelam a mudança na de rotina de moradores com a construção e entrega de uma das maiores obras da cidade de Ilhota.

Da varanda da casa em que mora há 46 anos Laura Corsani Zimmermann, 68 anos, vê carros e caminhões cruzarem a Ponte Padre Cláudio Jeremias Cadorin, a Ponte de Ilhota, inaugurada oficialmente há um mês e meio. Mais do que assistir à passagem dos veículos que deu mais movimento e valorização ao pacato bairro Baú Baixo, na margem esquerda do Rio Itajaí-Açu, ela agora consegue ir com o filho João Júnior Zimmermann à farmácia, ao médico, ao mercado e a outros estabelecimentos do Centro de Ilhota. Serviços que antes ficavam a um rio de distância, acessíveis apenas por uma balsa que, sabia dona Laura, “não tinha mais condições”. A primeira passagem sobre o rio do município de 58 anos de emancipação era um sonho de décadas para famílias da cidade.

Meus pais já falavam dessa ponte. Depois que as obras começaram nunca duvidei que ficaria pronta, mas achei que eu não iria viver para passar em cima dela. Não tem o que dizer, é tudo de bom
empolga-se a costureira aposentada, com a vitalidade de quem passou e passará muitas vezes na travessia que para os pais foi apenas fantasia

Mais do que facilidade para moradores de Ilhota, a nova ponte aumentou as opções de deslocamento para quem passa pelas rodovias BR-470 e Jorge Lacerda. É comum ver carros com placas de outras cidades e caminhões de empresas distantes que optam pela ponte para encurtar distâncias ou escapar dos trânsitos urbanos. Não há dados sobre quantos veículos passam pela ponte, mas a superintendência regional do Deinfra avalia que ela ajudou a melhorar o trânsito da região e também aumentou o fluxo na Rodovia Jorge Lacerda entre Ilhota e Itajaí. Para esse impacto, a resposta seria a revitalização da via, que teve edital de licitação lançado no início de setembro.

O casal Viviane Schmitz Theiss e Ricardo Theiss aproveita o asfalto do acesso e da nova ponte para caminhar, sempre atento aos motoristas que já abusam da velocidade na reta de quase dois quilômetros que antecede a ponte de 480 metros. Mas os ganhos com a travessia sobre o rio vão além de saúde e bem-estar. A ponte também favorece os negócios do casal.

Temos uma confecção e agora para levar serviço para nossas funcionárias que trabalham em casa  na margem esquerda do rio ficou muito mais rápido. Leva 25 minutos, antes chegava a levar uma hora e meia
conta Ricardo

Da balsa à ponte

Nas sextas-feiras, quando deixa o serviço na madeireira no bairro Pocinho para ir para casa em Blumenau, Ivo Nogueira, 49 anos, precisa caminhar menos e, mais do que isso, não depende da balsa para a travessia. Nos últimos quatro anos, Éder Alves, 32, trabalhou no rebocador que puxava a balsa de Ilhota. Agora, atua como vigia da balsa e do rebocador que, enquanto esperam por um edital de leilão da prefeitura, seguem parados na beira do rio, desprestigiados pela população ainda ressentida pelo tempo em que os teve como única forma de travessia. O local de trabalho fica a um quilômetro da nova ponte, por onde Éder agora passa todo dia para ir de casa, no bairro Pocinho, até o Centro.

Ficou muito boa, melhorou muito a vida de quem mora aqui, tanto do lado do Centro quanto do lado de lá
conta Éder

Por Jean Laurindo jean.laurindo@santa.com.br, extraído do portal do Jornal de Santa Catarina.

Ponte de Ilhota é finalmente inaugurada

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Governador Raimundo Colombro entrega a Ponte de Ilhota para a população do Vale do Itajaí

Resultado da parceria entre governos federal e estadual, a Ponte de Ilha foi inaugurada em uma grande festa nesta sexta-feira, 2 de setembro, em ato com a presença do governador Raimundo Colombo e do presidente do Departamento Nacional de Infraestrutura e Transporte (DNIT), Valter Casimiro Silveira. Foram investidos R$ 38,5 milhões na estrutura que liga a BR-470 e a SC-412, conhecida como Rodovia Jorge Lacerda, no Vale do Itajaí. No ato, marcado pela forte presença da comunidade, o governador também anunciou o lançamento do edital para revitalização da Rodovia Jorge Lacerda.

“Hoje é um momento de grande emoção e alegria para todos que contribuíram com esta obra, e foram muitos. Vencemos todos os obstáculos e conseguimos entregar essa que é uma das maiores pontes de Santa Catarina, tão aguardada pela população de Ilhota, e que vai trazer um ganho enorme para o desenvolvimento da região”, destacou o governador Colombo, ressaltando a importância da parceria com o DNIT na execução dos trabalhos.

Até então, sem a ponte, a população local utilizava uma balsa para cruzar o Rio Itajaí-Açu. O percurso que durava mais de uma hora agora poderá ser feito em poucos minutos. A nova estrutura conta com 2,4 quilômetros de extensão, sendo 480 metros sobre o rio. Os trabalhos, que começaram em setembro de 2012, contemplaram, ainda, os serviços de terraplenagem, drenagem e sinalização. Foram investidos R$ 38,5 milhões, sendo R$ 15 milhões do Governo de Santa Catarina e mais R$ 23,5 milhões do governo federal.

“O Brasil todo, um país como dimensões continentais, ainda carece muito de obras de infraestrutura. Então, quando conseguimos fazer uma ligação a um município, quando conseguimos dar acessibilidade e conforto para uma população, temos um ganho incalculável”, avaliou o presidente do DNIT, Valter Casimiro Silveira.

“Hoje é um dia que vai entrar para a história de Ilhota. Essa não é uma obra qualquer, é a realização de um sonho e o início de uma nova cidade. Estamos ligando as duas margens do rio para juntos buscarmos o desenvolvimento que o município merece”, acrescentou o prefeito Daniel Bosi.

Homenagem

A nova estrutura foi batizada oficialmente como Ponte Cláudio Jeremias Cadorin, em homenagem ao padre que atuou na paróquia local nas décadas de 1980 e 1990. Natural de Nova Trento, padre Jeremias Cadorin faleceu, aos 63 anos, em 1994.

Por Alexandre Lenzi, Assessoria de Imprensa  da Secretaria de Estado de Comunicação – Secom – www.sc.gov.br

Governador autoriza a revitalização da Rodovia Jorge Lacerda

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No ato desta sexta-feira, dia 2 de setembro, data histórica em Ilhota, o governador Colombo também confirmou o investimento do Estado na revitalização da Rodovia Jorge Lacerda. O edital de licitação foi publicado na quarta, 30 de agosto, na modalidade menor preço. As propostas serão recebidas até o dia 3 de outubro.

A empresa vencedora será responsável reabilitação da rodovia, o que abrange trabalho de terraplenagem, pavimentação, drenagem, sinalização, obras complementares, obras de contenção, serviços diversos e de meio ambiente. O trecho revitalizado tem em uma extensão de 25,4 quilômetros, ligando a cidade de Gaspar até a BR-101. O valor previsto para o investimento é de quase R$ 50 milhões e o prazo para a realização da obra é de 18 meses, contando a partir da assinatura do contrato.

O presidente do Departamento Estadual de Infraestrutura (Deinfra), Wanderley Agostini, e o secretário executivo da Agência de Desenvolvimento Regional de Itajaí, Gaspar Laus, entre outras autoridades, também acompanharam a cerimônia.

Por Alexandre Lenzi, Assessoria de Imprensa  da Secretaria de Estado de Comunicação – Secom – www.sc.gov.br

Ponte de Ilhota será entregue à população

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O governador Raimundo Colombo inaugura na próxima sexta-feira, 2 setembro, a Ponte de Ilhota, uma obra simbólica para a região do Vale do Itajaí. Mais do que uma ligação terrestre entre a BR-470 e a SC-412, conhecida como Rodovia Jorge Lacerda, ela representa a união do município que fica dividido pelo Rio Itajaí-Açu.

Aqui tudo é Ilhota mas as pessoas que moram do outro lado do rio quase não se consideravam ilhotenses. Muita gente que mora na região do Baú trabalha aqui na cidade e tinha duas opções para de caminho para ir trabalhar: pela balsa ou pela BR-470
conta Sergio Américo, morador vizinho à ponte que acompanhou todas as fases da obra

A obra recebeu investimento de R$ 33 milhões e foi executada por meio de repasse de recursos federais e estaduais. A ponte altera o sistema de mobilidade da região. “Se antes um morador do Baú levava em média 1h15min para fazer a travessia, a ponte reduziu esse tempo para 15 minutos”, observa Sergio Américo.

Morador do Morro do Baú, o comerciante Gilberto Hoffmann está animado com a conclusão da ponte que poderá render lucros para o seu restaurante. “Para nós já está sendo muito bom. Aqui é uma região bonita e com a ponte esperamos também turistas”.

Estudos realizados pelo Deinfra estimam que a avenida Jorge Lacerda vai absorver 7.416 veículos por dia, sendo que destes 2 mil são veículos pesados, tendo impacto significativo para os moradores das zonas urbanas e rurais do município.

Fonte: Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Comunicação – Secom

A Tocha Olímpica passará por Ilhota e terá trânsito alterado durante percurso

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A cidade de Ilhota está se preparando para receber a passagem da Tocha Olímpica, a qual acontece nesta próxima terça-feira, dia 12. A rodovia Jorge Lacerda vai ser palco do revezamento que inicia às 15h, saindo em frente a Igreja Matriz São Pio X, o percurso de um quilômetro encerra em frente ao número 373. Uma cerimônia vai marcar o início do revezamento nas escadarias da Igreja Matriz.

O revezamento

O revezamento será feito por atletas que são do município entre eles está a goleira da Seleção Brasileira de Futsal Missiara Luiza Papst, o Bombeiro Civil Voluntário de Ilhota Anderson Douglas Bruno e por Bruno Back da Silva.

Ruas fechadas

Com a passagem do revezamento da tocha pelo município, algumas ruas da cidade ficaram interditadas a partir das 14h, inclusive a travessia da balsa. O bloqueio da rodovia Jorge Lacerda inicia na rua Modesto Vargas, em frente aos Correios, as vias transversais que dão acesso a Jorge Lacerda também estarão bloqueadas.

Haverá uma rota alternativa para veículos quem necessitarem transitar no sentindo Gaspar – Itajaí ou vice versa, esse trajeto poderá ser feito pelas ruas Modesto Vargas, Dr. Leoberto Leal (Sentido Ilhotinha) entrando na rua João Domingos Pereira, Passando pelo Bairro Missões, tendo como saída a Rodovia Jorge Lacerda e Novamente pela rua Silvério Silveira Ramos.

Vale ressaltar que o desvio será apenas para veículos leves (carros e motos) já caminhões e ônibus deveram estacionar nas extensões da própria rodovia ou em locais apropriados como postos de combustíveis entre outros.

Também será proibido o estacionamento de veículos em toda extensão do revezamento, o trabalho será acompanhado e fiscalizado pela Policia Rodoviária Federal (PRF) e também pela Policia Militar (PM).

Seguindo decreto da prefeitura, as de mais ruas também estarão bloqueadas para o trafego de veículos:

  • Rua Antonio Curbani;
  • Rua Isidorio Maes;
  • Rua Frei Jacinto;
  • Rua Dr. Leoberto Leal;
  • Rua Ângelo Tres;
  • Rua Almirante Tamandaré;
  • Rua Prof° Maura Inácio
  • Rua José Nilson Souza;
  • Rua Álvaro Cezar Schneider;
  • Rua Felisky;
  • Rua Bonifácio Maba;
  • Rua José Gonçalves; e
  • Rua Ezequiel Francisco

Esse é o link do Decreto nº 121, de 29 de junho de 2016, em que o prefeito de Ilhota, no uso das atribuições, atribui interrupções na ruas da cidade, durante a passagem da Tocha Olímpica pelo Município de Ilhota, no dia 12 de julho de 2016.

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