Campanha da Hope mostra como unir “esquerda” e “direita”

Hope brinca com divisão política entre esquerda e direita em anúncios (Bush e Chavez)Hope brinca com divisão política entre esquerda e direita em anúncios (Margaret Thatcher e Che Guevara)Hope brinca com divisão política entre esquerda e direita em anúncios (Ronald Reagan e Fidel Castro)

A marca de roupa íntima Hope criou uma propaganda inusitada para promover o modelo de de sutiãs “Super Push Up”.

Ela colocou caricaturas de grandes figuras políticas, ideologicamente opostas, para mostrar que consegue unir a “esquerda” e a “direita”. Sob o slogan “Right and Left Together”, a marca coloca Margaret Tatcher e Che Guevara, Ronald Reagan e Fidel Castro e George Bush e Hugo Chávez dentro dos decotes das modelos.

 

De Muamar Kadafi a Muamar Cadáver

Muamar Kadafi

Entre as grandes novidades na mudança de poder na Líbia, há duas especiais: a internet e o celular. Com um telefone celular, uma pessoa anônima filmou os últimos momentos de Muamar Kadafi antes de ser transformado em cadáver, minutos depois. E aquelas imagens ganharam o mundo pela internet.

O novo regime começa mal na Líbia. Começa executando um chefe de Estado que capturou vivo e que deveria ser levado a julgamento. Para quem proclama que luta por uma democracia, não assegurar a vida do seu principal prisioneiro é começar muito mal. Uma democracia se pauta por valores que a distinguem dos regimes autoritários que combate. Quem julga é o Judiciário, não as Forças Armadas, a mídia ou qualquer outro poder.

O conto Sorôco, sua mãe, sua filha, de João Guimarães Rosa, termina com o povo entoando junto com Sorôco a mesma cantiga que a mãe e a filha, loucas, cantam quando são embarcadas no trem que as levará ao hospício. Sorôco entregara-se àqueles cuidados até mais não poder e a comunidadezinha compreendia que ele já não tinha forças suficientes para prosseguir a vida daquele modo.

Sorôco é aliteração de um vento chamado Siroco, que sobra dos desertos da Líbia. Quem planta ventos, colhe tempestades. A Líbia que conhecemos teve dois governantes: o rei Idris I, de 1951 até 1969, e desde então Muamar Kadafi. Agora ele se tornou Muamar Cadáver. Este pode ser o último nome do ditador, executado por uma turba armada. No país que ele governava não existiam parlamentos, os ministros exerciam cargos vazios de poder, pois quem realmente mandava era um só, ele, Muamar Kadafi, cujo nome era escrito de diversas maneiras no Ocidente. Kadafi, Gadafi e Qadaffi eram os mais comuns. Apesar de nunca ter sido elevado a mais do que coronel na hierarquia militar, ele era o supremo comandante de tudo. A ele serve como uma luva o título que o romancista paraguaio Augusto Roa Bastos deu a seu esplêndido romance sobre o ditador Gaspar de FranciaEu, o Supremo!

Apreensão e esperança

O ditador escreveu um Livro Verde. Em três volumes, era distribuído gratuitamente nas escolas e sua leitura era obrigatória. Como Hugo Chávez, ele também mudou o nome da própria República, que passou a ser em árabe, o idioma oficial do país, mais ou menos o seguinte: Estado de Massas do Grande Povo Socialista da Líbia. E ele ensinava no Livro Verde: “Na era das massas, o poder está diretamente nas mãos do povo e os líderes desaparecem.” Foram palavras proféticas. Ele pode ter sido executado por um menor de dezoito anos que integrava a turba conhecida como “rebeldes” que o procurava por todos os cantos do país desde que o depôs do governo.

O tema da loucura rondava Kadafi sempre, desde o ousado golpe de 1969, que ele liderou quando tinha apenas 27 anos. Vários presidentes dos EUA tentaram derrubá-lo, entre os quais Ronald Reagan, que o chamava de cachorro louco.

O mundo acompanha apreensivo e esperançoso a primavera árabe, que já derrubou os ditadores do Egito, da Tunísia e da Líbia. Mas falta muito ainda! Tanto regimes a derrubar como regimes a construir!

Escrito por Deonísio da Silva, escritor, doutor em Letras pela Universidade de São Paulo, professor e um dos vice-reitores da Universidade Estácio de Sá, do Rio de Janeiro; autor de A Placenta e o CaixãoAvante, Soldados: Para Trás e Contos Reunidos (Editora LeYa)]

Alzheimer na Casa Branca?

Ronald Reagan se reuniu com membros do Taleban na Casa BrancaVocê sabia que Ronald Reagan se reuniu com membros do Taleban na Casa Branca?

Pois é! Foi que um “camarada” nervoso da vida me mandou desde fóruns de discussões na rede que participo me mandou e gostaria que compartilhar tal informação com você.

O ex-presidente estadunidense Ronald Reagan pode ter sofrido de Alzheimer enquanto estava na Casa Branca. Seu filho “Ron Reagan” parece ter encontrado muitos sinais de que seu pai sofreu com esta doença, que ataca as células do cérebro e destrói a memória e função cognitiva em 1984, três anos depois que ele assumiu o cargo. Isto é afirmado em uma biografia que está a venda. Desconhece-se quais as ações que o governo poderia ter sido causada por esta doença.

É por isso que digo, “charuto cubano no c*** de amerciano”!

 

Rock!