Governo reabre cadastro ao Programa Cidades Digitais

Queremos internet livre pra toda cidade sr prefeito!.

Iniciativa pretende modernizar o sistema de gestão municipal.

Foi aberta uma nova chamada para que municípios interessados em participar do Programa Cidades Digitais façam cadastro pelo site do Ministério das Comunicações. A reabertura das inscrições acontece graças à inclusão da iniciativa no PAC (Programa de Aceleração de Crescimento), o que garantiu um reforço de R$ 100 milhões.

O Cidades Digitais pretende modernizar a gestão municipal, oferecendo à população acesso a serviços do governo e incentivando o desenvolvimento local. O programa prevê ainda a construção de uma rede entre os órgãos públicos municipais e a instalação de aplicativos para gerir os setores financeiro, tributário, da saúde e educação.

De acordo com a Agência Brasil, os contratos com os primeiros 80 municípios foram assinados na última quinta-feira, 29. Se o cronograma do governo for seguido, até o fim do mês as empresas de tecnologia contratadas terminarão o processo de avaliação da infraestrutura das cidades para iniciar a montagem do projeto.

Orelhões brasileiros terão internet, GPS e lista telefônica

orelhão

Esquema deverá funcionar em 900 mil pontos telefônicos do Brasil.

Em meio à crise com as operadoras, a Anatel aparece com um projeto paralelo que, pelo menos no papel, é uma boa notícia. A agência apresentou, nesta quarta-feira (08/08), em audiência em Brasília, planos de revitalização dos orelhões brasileiros, incluindo o acréscimo de novos recursos, como internet.

A ideia é disponibilizar Wifi nos telefones públicos, que podem ser utilizados por smartphones, tablets ou qualquer aparelho que funcione com internet sem cabo. Além disso os orelhões também deverão ter GPS e listas telefônicas. Em entrevista à Veja, a conselheira da Anatel Emília Maria Silva Ribeiro Curi revela que o objetivo é ter mais de 900 mil pontos com acesso à internet no país.

Outro passo deverá ser a revitalização dos orelhões, constantes vítimas de vandalismo e falta de manutenção. Segundo Emília, o movimento deverá acontecer por meio de obras de arte ou ainda abrindo espaço para publicidade. “Hoje em dia, usa-se menos os telefones públicos, mas ainda se usa. Não podemos esquecer que essa é a forma de comunicação mais barata que existe. Mas claro que, com a popularização do celular, deixou de ser prático usar um orelhão, principalmente pela falta de manutenção e pelo vandalismo constante”, diz a conselheira à revista.

No Rio de Janeiro a experiência já começou. A Oi, dona de aproximadamente 75% dos orelhões do país, tem sido a responsável pela implantação da tecnologia na capital carioca. A cobrança do sistema poderá ser feita por meio de senha e paga por cartões de crédito ou até mesmo moedas comuns. Esse modelo ainda está em estudo sob consulta pública.

Em Nova York é gratuito

Paralelamente à notícia da Anatel, na última semana as cabines telefônicas de Nova York passaram a oferecer Wifi gratuitamente. O projeto já está funcionando em 13 orelhões, mas, daqui a dois anos, quando as companhias tiverem que renovar suas licitações pelos telefones públicos, o número deve aumentar.

No Brasil, quando começar a funcionar plenamente, o sistema só dará internet paga.

Imateriais! Pintura Luz Wi-Fi

Este é um projeto que explora o terreno invisível das redes Wi-Fi em espaços urbanos por força da pintura de sinal de luz em fotografias de longa exposição. Uma haste medindo quatro metros de comprimento, com 80 pontos de luz revela seções transversais através de redes Wi-Fi usando uma técnica fotográfica denominada pintura de luz.

Para saber mais, acesse esses links:

http://www.nearfield.org/2011/02/wifi-light-painting.

http://yourban.no/2011/02/22/immaterials-light-painting-wifi/.

http://www.flickr.com/photos/timo/sets/72157626020532597/.