[Livro] Contagio – Por que as coisas pegam

[Livro] Contagio - Por que as coisas pegam - Jonah Berger
O que faz algo ser realmente um sucesso de público? Se você respondeu propaganda, pense de novo. Hoje as pessoas não dão mais tanta importância para anúncios, elas escutam opiniões. Mas por que falamos mais sobre certos produtos e ideias do que outros? Por que algumas histórias e boatos se espalham com mais facilidade? E o que faz um conteúdo online tornar-se viral? Jonah Berger, professor de Marketing de Wharton, passou a última década respondendo essas perguntas. Ele estudou, por exemplo, por que artigos do The New York Times estão sempre na lista dos textos mais enviados por e-mail, ou por que alguns produtos geram boca a boca, e como a influência social define desde os carros que compramos às roupas que vestimos e os nomes que damos a nossos filhos. Neste livro, Berger revela a ciência secreta por trás do viral e da transmissão social. O autor apresenta seis princípios básicos que impelem todos os tipos de coisas a se tornarem contagiosas, de bens de consumo e iniciativas políticas a boatos no ambiente de trabalho e vídeos no YouTube. Acesse esse link e baixe o livro!

 

Quarentena, Crise da Democracia e Política

Quarentena, Crise da Democracia e Política

Estreou nessa terça-feira (24), o Quarentena, Crise da Democracia e Política, um programa de debates ao vivo com pesquisadores, pesquisadoras e outros ativistas para discutir a conjuntura política durante o período de isolamento.

Essa semana, Leonardo Avritzer (UFMG) e Cláudio Couto (FGV) conversam sobre o governo Bolsonaro e a crise entre os poderes. O programa vai ao ar pelo YouTube, na TV da Democracia (siga o canal). Nas próximas edições, teremos temas como o golpe militar, impacto das crises na globalização e papel da comunicação na democracia contemporânea. Acompanhe!

A iniciativa faz parte de um conjunto de medidas que o INCT Democracia e Democratização da Comunicação está mantendo durante a quarentena. Além do programa, oferecemos gratuitamente o curso “Teoria Democrática, Políticas Públicas e Participação”. As aulas estarão disponíveis a partir do dia 26 de março na plataforma Google Classroom. Para participar é necessário que o(a) interessado(a) tenha uma conta Gmail. Em nosso site, você encontra maiores informações: www.institutodademocracia.org.

Instituto da Democracia e da Democratização da Comunicação faz parte do programa de Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia, vinculado ao Ministério de Ciência e Tecnologia, financiado pelo Cnpq, Capes e Fapemig. Nosso objetivo é avançar e aprofundar a discussão sobre a democracia brasileira, os hábitos democráticos da população e a organização da mídia no país.

Vamos apoiar a ciência brasileira. Siga nossas redes:

Documentário retrata a vida de um dos maiores fotógrafos do século XX

O documentário “Henri Cartier-Bresson – só amor”, dirigido pelo cineasta Raphael O’Byrne mostra de uma maneira cômica e surpreendente a trajetória daquele que é considerado por muitos o “pai da fotografia” e o maior fotógrafo de todos os tempos.

O documentário exibe momentos importantes da vida de Bresson: sua primeira câmera e a criação da agência de fotografia Magnum. No filme também são mostrados os fotógrafos e artistas que Bresson se inspirou como Martin Munkacsi e Klavdij Sluban, além da influência de outras artes, como a pintura, o cinema e a música clássica. O mestre Henri Cartier-Bresson morreu em 2004 aos 95 anos de idade e dedicou sua vida para registrar o espaço e o tempo em preto e branco.

O documentário tem duração de 110 minutos, é legendado e é uma aula de fotografia e cultura de um dos maiores artistas do século XX.

Série da Netflix mostra o modo de trabalhar de fotógrafos ao redor do mundo

A série possui 3 temporadas (12 episódios), foi lançada em 2015 e foi produzida pela Canon Austrália em colaboração com a National Geographic. A série acompanha 5 fotógrafos e mostra como eles fazem para capturar imagens impressionantes de pessoas, animais e culturas em ângulos inéditos em várias partes do planeta. Vale a pena “maratonar” e acompanhar as aventuras desses profissionais e sua forma única de contas histórias. Assista abaixo os trailers!

Alesc declara calamidade pública para governo remanejar orçamento

Plenário da Alesc

A Assembleia Legislativa aprovou na tarde do dia 20 de março, por unanimidade, em sessão virtual, o Projeto de Decreto Legislativo (PDL) 01.4/2020, que declara estado de calamidade pública no Estado de Santa Catarina, com efeitos até 31 de dezembro de 2020. É a primeira vez na história que o Poder Legislativo, por sua iniciativa, declara calamidade pública no Estado. Em ocasiões anteriores, a iniciativa sempre partiu do Poder Executivo.

Com o decreto, o governo está autorizado a remanejar o orçamento para poder tomar as medidas necessárias ao combate ao novo coronavírus (Covid-19). Em especial, está desobrigado de atingir as metas fiscais previstas em lei. Isso significa que poderá gastar além dos limites impostos pela legislação para atender as emergências que estão surgindo.

No mesmo decreto, os deputados constituíram uma comissão, a ser composta por parlamentares titulares e suplentes, que se encarregará de fiscalizar a aplicação dos recursos pelo Poder Executivo. O secretário de Estado da Fazenda também deverá prestar contas ao Legislativo a cada dois meses.

Segundo o decreto, todas as audiências e reuniões relativas ao combate ao coronavírus poderão ser realizadas virtualmente.

Histórico

O dia de hoje é um marco na história de Santa Catarina e do Poder Legislativo, que inovou instituindo a sessão virtual e, com isso, pode sair na frente e dar ao governo os instrumentos necessários para que possa cumprir o seu papel e dar a proteção aos catarinenses.

A primeira sessão virtual da história do Poder Legislativo começou por volta das 14 horas e se desenrolou sem nenhum contratempo até por volta das 18 horas. Todos os 40 parlamentares participaram remotamente, por meio de textos, vídeos ou áudios em que se manifestaram sobre o projeto, sobre a iniciativa da sessão virtual, e votaram.

Antes de encerrar a sessão, o presidente Julio Garcia (PSD) escreveu: “Sinceros agradecimentos às Senhoras Deputadas e Senhores Deputados. O espírito de colaboração de todos não nos tem faltado em nenhum momento. Não faltaria, com certeza, nesta hora de sofrimento e dificuldade. Vocês têm dado um belo exemplo de como se pode exercer esta atividade tão nobre, com nobreza. Parabéns a todos indistintamente. O dia de hoje ficará na história da nossa Alesc. Agradecimento especial, também, aos dedicados servidores que, com coragem e dedicação, enfrentaram e venceram o desafio. Homenageio a todos em nome do Eron Giordani, que capitaneou a equipe. Muito obrigado”, finalizou o presidente.

Nova sessão virtual foi convocada por Julio Garcia para as 14 horas de segunda-feira (23 de março) para a apreciação de outros projetos relativos ao combate ao Covid-19. Até lá técnicos da Assembleia Legislativa esperam poder transmitir ao vivo a sessão virtual.

Agência AL

Congresso dos Gideões 2020

Congresso dos Gideões 2020

Com o tema Gideões, há milhares clamando por salvação, avivamento e milagres. Isso não vos comove? este será o chamado que já ecoa aos quatros ventos do planeta para o 38º Congresso Internacional de Missões dos Gideões Missionários da Última Hora 2020, conhecido popularmente como Congresso dos Gideões, que este ano, em virtude da pandemia do Coronavírus (Covid-19) que surta o mundo, o evento religioso será realizado em setembro, entre os dias 2 à 7 do mês.

O Congresso Internacional de Missões dos Gideões Missionários da Última Hora é um evento totalmente gratuito. São cultos diários que se iniciam as 8h e vão até as 23h, sem intervalos, contando com a presença de cantores e preletores renomados do Brasil e do mundo, além claro, dos nossos missionários, que labutam diariamente na Obra de Deus.

A programação completa do Congresso dos Gideões 2020 estará disponível um mês antes do início do evento, assim como a lista oficial completa dos pregadores.

 

Cristãos ou não, somos um contra o fascismo!

Cristãos contra o fascismo

Em 1933, Hitler consegue cooptar as igrejas protestantes e católicas romanas na Alemanha para o seu projeto político totalitário. Em setembro do mesmo ano, surgem as Igrejas Confessantes, cristãos que resistiam e se organizavam de forma clandestina para reafirmar sua fé em Cristo e fazer oposição ao Reich e ao discurso religioso fascista da época, que havia cedido ao mal em todas as suas instâncias.

O mesmo acontece durante o fascismo de Mussolini na Itália, as políticas de Apartheide na África, o machismo e o racismo nos EUA, as ditaduras na América do Sul e ainda antes disso o extermínio dos povos originários nas Américas. Em todos estes casos, a igreja aderiu massivamente ao discurso preconceituoso e violento, mas também, em todas as épocas, irmãs e irmãos corajosos se organizaram para fazer resistência teológica e política, reafirmando o lugar libertário da fé cristã na história.

Desde sua origem, durante as eleições de 2018, o movimento Cristãos Contra o Fascismo se propõe a ser mais do que um movimento virtual. Fomos às ruas, criamos conteúdo de conscientização política, material de protesto, estudos bíblicos que dialogam com nossa realidade, nossa fé em Cristo e a realidade sócio-político do Brasil e da América Latina. Nos sentimos no dever de assumirmos o compromisso do nosso batismo e sermos voz profética de denúncia do aparelhamento político da Igreja para atender os interesses dos mais ricos em detrimento daqueles que, historicamente, são espoliados, excluídos e mortos.

Com a Bíblia na mão e fazendo mal uso do doce nome de Cristo, eles destroem as democracias, espoliam os mais pobres e massacram os povos indígenas. A história se repete na América Latina, primeiro como tragédia e então como farsa.
Tiago Santos, teólogo

Cristãos contra o fascismo

Carta manifesto do povo

Nós, cristãos e cristãs, que seguimos Nosso Senhor Jesus Cristo, nos manifestamos para que ‘’todos tenham vida em abundancia’’ (João 10.10) e contra o retorno das ideologias fascistas e totalitaristas através das eleições. Repudiamos a manipulação da fé das pessoas e dos espaços religiosos para a propagação da negação da política do bem comum e do amor ao próximo!

Povo de Deus, fiquemos atentos aos discursos e às candidaturas políticas que utilizam os anseios e angústias do povo para autopromoção e exaltação de figuras individuais como mitos e messias! Diante destes desafios, nos posicionamos a favor dos valores do Evangelho, expressos da seguinte forma:

  • Somos a favor da conversão e restauração das pessoas e contra a pena de morte; pois Jesus foi condenado à morte para que ninguém morresse assassinado(a) como ele (cf. Mt 12.7, Mc 5.1-20, Jo 8.1-11).
  • Somos a favor da dignidade humana e contra a tortura; pois Jesus foi torturado e flagelado (cf. Gn 1.26, Is 53.7; Lc 6.29-38).
  • Somos a favor do livre arbítrio e da democracia, e contra a ditadura e ideias totalitaristas; pois é para a liberdade que Cristo nos libertou (cf. Pv 29.2, Sl 125.3, Is 10.1, Mq 3.9-12, Am 5).
  • Somos a favor da acolhida dos sofredores e excluídos e contra toda forma de discriminação; pois Jesus disse que “quando fizestes a um desses meus pequeninos irmãos, foi a mim que o fizestes” (Mt 25, 40). (Mt 25.35-46, At 10.34, Rm 2.11).
  • Somos a favor da misericórdia e da caridade e contra os discursos de vingança e de ódio; pois Jesus disse “sede misericordiosos como o Pai” (Lc 6, 36) (Mt 5.1-16, Mt 18.21-22, Lc 23.34, Jo 18.11, Ex 34.6, Is 14.1, Is 63.7, Ex 33.19, Ex 34.6-7, Sl 86.15, Is 54.8, Jn 4.2).
  • Somos a favor do respeito às mulheres e contra preconceito que as atinge; pois Jesus respeitou todas as mulheres e as exaltou à igualdade (Mq 2.9, Mt 9.22, Mt 28.1,5-10, Jo 4.1-29, Jo 8.1-11, Ex 15.20-21, Lc 8.1-3, Mt 26.6-13).
  • Somos a favor da promoção da paz e contra o culto às armas; pois Jesus é o príncipe da Paz (Mt 5.9, Jo 14.27, Rm 8.6, Nm 626, Is 32.17, Is 66.12).
  • Somos a favor da abertura à vida e da defesa das famílias, e contra a esterilização de pessoas pobres; pois Jesus caminhou com pessoas de famílias pobres (Sl 127.3-5, Lc 1.42, Gn 4.1, Gn 2.7, Js 14.10, Sl 27.1, 36.9 e 41.2).
  • Somos a favor do acolhimento do estrangeiro e contra a xenofobia e a repulsa aos refugiados; pois Jesus disse “era estrangeiro e hospedaste-me” (Mt 25, 35) (cf. Dt 10.19; 24.17; 27.19; Ex 22.21; Ex 23.9; Ga 3.28; Hb 13.2).

Convocamos todas as Igrejas de Cristo, e a sociedade, a orarmos pela cultura da paz e pelo fim das iniquidades que oprimem o povo brasileiro. É necessário que nos posicionemos contra igrejas, cristãos e candidaturas políticas que propaguem a discriminação, a apologia às armas, o preconceito, a falta de amor, a exaltação da tortura e qualquer negligência contra a dignidade de todas as pessoas. Juntos e em comunhão, conscientes da nossa participação cidadã, podemos caminhar rumo a uma nação justa, fraterna e humana, onde o Reino de Deus se faça presente.

Vídeos

Amém!

Quem deve a Previdência Social são os empregadores, não os empregados!

 

Vejo, por parte do grande empresariado brasileiro o argumento de que devemos privatizar tudo, porque o “público não funciona”. Ocorre que quem deve é exatamente o setor privado. Ninguém é idiota. Conseguiram enganar muitos com um pato amarelo de borracha. Agora até podem mentir, mas todos sabem. Empresas privadas devem R$ 450 bilhões à Previdência, mostra relatório final da CPI.

[Documentário] A Doutrina do Choque – Naomi Klein

The Shock Doctrine, por Naomi Klein [completo e legendado]

O que é exatamente a doutrina do choque?

A doutrina do choque como todas as doutrinas é uma filosofia de poder. É uma filosofia sobre como conseguir seus próprios objetivos políticos e econômicos. É uma filosofia que sustenta que a melhor maneira, a melhor oportunidade para impor as idéias radicais do livre-mercado é no período subseqüente ao de um grande choque. Esse choque poder ser uma catástrofe econômica. Pode ser um desastre natural. Pode ser um ataque terrorista. Pode ser uma guerra. Mas, a ideia é que essas crises, esses desastres, esses choques abrandam a sociedades inteiras. Deslocam-nas. Desorientam as pessoas. E abre-se uma ‘janela’ e a partir dessa janela se pode introduzir o que os economistas chamam de ‘terapia do choque econômico’.

É uma espécie de extrema cirurgia de países inteiros. E tudo de uma vez. Não se trata de um reforma aqui, outra por ali, mas sim uma mudança de caráter radical como o que vimos acontecer na Rússia nos anos noventa, o que Paul Bremer procurou impor no Iraque depois da invasão. De modo que é isso a doutrina do choque. E não significa que apenas os direitistas em determinada época tenham sido os únicos que exploraram essa oportunidade com as crises, porque essa ideia de explorar uma crise não é exclusividade de uma ideologia em particular. Os fascistas também se aproveitaram disso, os comunistas também o fizeram. 

Trecho da entrevista com Naomi Klein que reproduzimos do site GGN.

[Vídeo] Vereador Rogério presta contas das atividades do seu mandato

Sou um militante político de minha cidade desde 1998. Não sei antes disso, mas desde então, eu nunca vi na história recente da política de Ilhota, nenhum vereador prestar contas dos seus trabalhos, das atividades desenvolvidas frente ao legislativo local e não existe nenhum segredo em fazer isso, basta apenas ter vontade, ser comprometido com a causa e transparente. Pode falar o que quiserem, mas o mandato do Vereador Rogério tem um diferencial, é inovador e sua oposição proposita constrói e contribui com desenvolvimento do município em todos os sentidos e segmentos. Afirmo ainda que, diferente de outros mandatários que hoje na situação, tiveram um comportamento dúbio e leviano quando estavam na oposição, pois jogavam contra a cidade. Rogério não teve esse perfil. Parabéns companheiro Rogério, pela luta, trabalho e dedicação. Você nos representa #TamosJunto#oPTéIlhota.